O escritor nipo-britânico Kazuo Ishiguro foi agraciado pela Real Academia Sueca de Ciências com um dos mais prestigiados prêmios literários do mundo, o Prêmio Nobel de Literatura.


O prêmio, que existe desde 1901, é entregue a um escritor (a) de qualquer nacionalidade que, de acordo com Alfred Nobel, tenha “produzido, no campo literário, o mais magnífico trabalho em uma direção ideal”. Premiando os vencedores com a quantia de 8 milhões de coroas suecas (cerca de 3,15 milhões de reais).

O Vencedor

Com seus livros traduzidos para mais de 28 idiomas e adaptados para as telas do cinema e da TV, Kazuo Ishiguro foi agraciado com inúmeros prêmios internacionais, incluindo a Ordem do Império Britânico por serviços prestados à literatura em 1995.

foto: divulgação / Evan Agostini-AP
Segundo declarou a Academia em nota à Imprensa, o autor retrata em seus livros temas como “memória, passagem de tempo e auto ilusão”. Sendo que, “em seus romances de grande força emocional, revela o abismo sob nossa sensação ilusória de conexão com o mundo”.

“Ele é um pouco como uma mistura de Jane Austen, comédia de costumes e Franz Kafka. Se você misturar isso um pouco, não muito, você tem a essência de Ishiguro”, destacou a secretária permanente da Academia sueca, Sara Danius, em entrevista após o anúncio do prêmio.

No Brasil, o autor teve cinco de suas obras publicadas pela editora Companhia das Letras, sendo elas “Os Vestígios do Dia” (The Remains of the Day), “Não me abandone jamais” (Never Let Me Go), “Quando éramos Órfãos” (When We Were Orphans), “O Gigante Enterrado” (The Buried Giant) e a seleção de contos “Noturnos: Histórias de música e anoitecer” (Nocturnes - Five Stories of Music and Nightfall). Há também a obra “Uma pálida visão dos montes” (A Pale view of Hills) publicada pela editora Rocco.

Sobre o autor e sua obra

Nascido em Nagasaki, no Japão, em 08 de novembro de 1954, Kazuo Ishiguro mudou-se para o Reino Unido aos cinco anos de idade, só retornando ao seu país de origem quando já era adulto.

Autor de sete romances, uma coletânea de contos, vários roteiros para o cinema e, em breve, uma graphic novel, Ishiguro graduou-se em Inglês e Filosofia na Universidade de Kenty, no final dos anos 1970.  Tendo cursado escrita criativa na Universidade de East Anglia.

Seu romance de estreia “Uma pálida visão dos montes” (1982) tem sua história narrada em Nagasaki, sua terra natal, poucos anos depois da Segunda Guerra Mundial. Assim como sua obra seguinte “An artist or the floating world” (1986), ainda inédita no Brasil.

Aclamado pela crítica, o terceiro livro do autor “Os Vestígios do Dia”, publicado em 1989, foi agraciado com o prestigiado Man Booker Prize no mesmo ano, sendo mais tarde adaptado para as telas do cinema, estrelado pelo ator Anthony Hopkins e com roteiro adaptado pelo próprio autor.

Ishiguro também publicou o romance “The Unconsoled” (1995), inédito no Brasil, a obra “Quando éramos órfãos” (2000) e o livro de contos “Noturnos: Histórias de música e anoitecer” (2009). Sem falar na ficção científica “Não me abandone jamais”, publicada em 2005, adaptada para o cinema em 2010 e para a TV em 2016, que mostra uma versão distópica da Inglaterra. 

Já o seu romance mais recente, “O Gigante Enterrado”, publicado em 2015, narra a história fantástica de um casal idoso em uma viagem por uma Inglaterra exótica. De acordo com a Academia sueca “este romance explora, de forma emocionante, como a memória se relaciona com o esquecimento, a história com o presente e a fantasia com a realidade”.

Atualmente, aos 63 anos, morando em Londres com a mulher e a filha, o autor confessou sua surpresa ao conquistar o Prêmio Nobel. “Uma honra magnífica, principalmente porque isso significa que estou seguindo as pegadas dos maiores autores que já viveram, então é uma conquista excelente”, disse Ishiguro em entrevista à rede britânica BBC.

A cerimônia de entrega do Prêmio Nobel aconteceu no Concert Hall, em Estocolmo, no dia 10 de dezembro, aniversário da morte do fundador do prêmio, Alfred Nobel. O rei e a rainha da Suécia presidiram à cerimônia que entregou cinco dos prêmios. Pois, tradicionalmente, o Prêmio Nobel da Paz é entregue numa cerimônia realizada no mesmo dia, em Oslo, a capital da Noruega.

Confira os demais vencedores do Nobel no site oficial do prêmio (em inglês).
O autor americano Colson Whitehead recebeu da Universidade de Columbia de Nova York, um dos mais prestigiados prêmios dos Estados Unidos, o Pulitzer, na categoria de melhor livro de ficção, pela obra “The Underground Railroad”.

imagem: divulgação
Considerado pelo The New York Times como “valente e necessário”, o livro é descrito pelo júri do prêmio como “uma fusão inteligente de realismo e alegoria que combina a violência da escravidão e o drama da fuga em um mito que fala à América contemporânea”.

The Underground Railroad 

Também vencedor do National Book Award, o aclamado romance, publicado pela primeira vez em agosto de 2016, narra a história de uma jovem que tenta a todo o custo escapar dos horrores da escravidão, em plena era pré-Guerra Civil, quando a América praticava a importação brutal de africanos para o país.

Cora é uma jovem escrava em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos Estados Unidos. A vida é infernal para todos os escravos, mas especialmente terrível para Cora. Uma pária até mesmo entre outros africanos, ela está chegando à maturidade, o que a tornará vítima de horrores ainda maiores.

Assim, quando Caesar, um recém-chegado da Virgínia, revela uma rota de fuga chamada a ‘Ferrovia Subterrânea’, ambos decidem escapar de seus algozes, indo para o norte, onde aboliram a escravidão. Mas nada sai como planejado, e Cora e Caesar sabem que estão sendo caçados.

A obra já se encontra disponível no país, tendo sido lançada em 2017 pela editora HarperCollins Brasil, com 320 páginas e tradução de Caroline Chang.

O autor

Colson Whitehead nasceu em 06 de novembro de 1969, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, onde vive atualmente. Graduado na Harvard University em 1991, o primeiro trabalho do escritor foi com a Village Voice, onde escrevia reviews de livros, programas de tv e música. Apenas publicando seu primeiro romance “The Intuitionist”, em 1999.

Depois dele Whitehead publicou outros cinco romances bestsellers, entre eles “John Henry Days” (2001), “The Colossus of New York” (2003), “Apex Hides the Hurt” (2006), “Sag Harbor” (2009), “Zone One” (2011), e por fim o premiado “The Underground Railroad” (2016).

O autor também publicou cerca de dois livros de não-ficção, além de inúmeros artigos e ensaios, que foram publicados em livros, revistas e jornais, entre eles o New York Times, o New Yorker, o New York Times Magazine, o Harper's e o Granta. Além do Pulitzer, Whitehead também foi premiado, ao longo de sua carreira, com o Whiting Writers Award (2000), a MacArthur Fellowship (2002), a Cullman Center for Writers and Scholars Fellowship (2007), o Dos Passos Prize (2012), a Guggenheim Fellowship (2013), e entre outros.

Nas demais categorias literárias...

Além da categoria de Melhor Livro de Ficção, o Pulitzer destina mais quatro categorias a área de Literatura, sendo elas Melhor Livro de Não-Ficção, Melhor Biografia ou Auto-Biografia, Melhor Livro de História e Melhor Livro de Poesia.

Entre os premiados deste ano na categoria de Não-Ficção está a obra “Evicted: Poverty and Profit in the American City” do renomado sociólogo americano e professor de Harvard, Matthew Desmond. Com base em anos de trabalho de campo e dados recolhidos meticulosamente, Desmond mostra como as expulsões em massa após o incidente econômico de 2008 eram menos uma consequência do que a causa da pobreza.

Já na categoria História, o vencedor foi o livro “Blood in the Water: The Attica Prison Uprising of 1971 and Its Legacy” da premiada historiadora americana, Heather Ann Thompson. Sendo considerado pelo Pulitzer como “uma narrativa que estabelece padrões elevados para o julgamento acadêmico e a tenacidade do inquérito na busca da verdade sobre os tumultos na prisão de Attica de 1971”, quando cerca de 1.300 prisioneiros assumiram a instalação correcional em Nova York para protestar por anos de maus tratos.

O premiado autor líbio/americano Hisham Matar ganhou o prêmio de Melhor Biografia com a obra “The Return: Fathers, Sons and the Land in Between”, um livro de memórias que examina com emoção controlada o passado e o presente de uma região em conflito. Mas, acima de tudo, é uma história de perda, de amor e da vida de uma família.

Assim como, o poeta e autor americano, Tyehimba Jess, que foi agraciado com o Pulitzer na categoria de Melhor Livro de Poesia pela obra “Olio”, que usa o soneto, a música e a narrativa para mostrar as vidas dos artistas afro-americanos antes e depois da Guerra Civil até a Primeira Guerra Mundial.

O Prêmio Pulitzer, existe desde 1917, e é entregue apenas a pessoas que realizam trabalhos de excelência nas áreas de Jornalismo, Literatura e Música, premiando os vencedores das 21 categorias do Pulitzer com a quantia de 10 mil dólares.

Confira todos os vencedores no site oficial do Prêmio Pulitzer.
O autor americano George Saunders foi agraciado com um dos mais prestigiados prêmios da literatura internacional, o Man Booker Prize, pelo seu romance “Lincoln in the Bardo”.

foto: divulgação (AP)
Criado em 1968, o Man Booker Prize é concedido anualmente à melhor obra de romance ou ficção escrita em língua inglesa por autores vivos que sejam cidadãos de um país membro da Comunidade Britânica ou da República da Irlanda. Sendo que, desde 2014, também podem concorrer ao prêmio, autores de qualquer lugar do mundo, desde que com livros escritos originalmente em inglês e publicados no Reino Unido. Ao ganhador é assegurado grande reconhecimento internacional, além da quantia de 50 mil libras esterlinas (208 mil reais).

Lincoln in the Bardo

Descrito pelo júri do Man Booker Prize como “único” e “Extraordinário”, o romance histórico foi inspirado em uma história que Saunders ouviu anos atrás sobre o presidente Lincoln entrar na cripta de seu filho. “Eu pensei no livro como uma maneira de tentar incutir a mesma reação que eu tinha tido todos aqueles anos atrás”, disse o autor em entrevista à revista TIME.

Assim, o primeiro romance escrito por Saunders, “Lincoln in the Bardo” é inspirado em um evento real, que aconteceu na noite de 22 de fevereiro de 1862, quando Abraham Lincoln enterrou seu filho de onze anos, Willie. 

Com cerca de 368 páginas, o livro tem sua história narrada por um coro de vozes, ao longo de uma única noite no cemitério de Oak Hill, em Washington, quando Willie é sepultado e onde Lincoln chora seu luto abraçado ao filho morto. Os fantasmas que habitam o lugar observam a cena com espanto e pesar, e tomam para si a missão de ajudar o jovem Willie a deixar o “limbo”, onde está preso. 

“A forma e o estilo deste romance totalmente original, revela uma narrativa espirituosa, inteligente e profundamente emocionante”, diz a Baronesa Lola Young, que presidiu o júri do prêmio, em nota no site oficial da premiação.

Sobre o autor e sua obra

Nascido em 2 de dezembro de 1958 na cidade de Amarillo, Texas, nos EUA, George Saunders cresceu em Chicago, e em 1981 formou-se em engenharia geofísica na Colorado School of Mines. Oito anos depois obteve seu mestrado em redação criativa pela Syracuse University, onde conheceu sua esposa, Paula Redick. E, em 1989, o autor fez sua estreia na literatura com livros técnicos.

Ao longo de sua carreira, o autor publicou quatro coletâneas de contos, entre elas “Pastoralia” (2000), “CivilWarLand in Bad Decline” (1996), “In Persuasion Nation” (2006), e “Tenth of December” (2013), único livro do autor, até o momento, publicado no país em 2014 pela Companhia das Letras com o título “Dez de Dezembro”. Sendo que o autor também escreveu um livro infantil ilustrado “The Brief and Frightening Reign of Phil” (2005) e o bestseller infantil “The Very Persistent Gappers of Frip” (2000), ilustrado por Lane Smith, assim como o livro de ensaios “The Braindead Megaphone” (2007), entre outros.

Atualmente, Saunders, aos 59 anos, mora em Catskills com a esposa, ensina escrita criativa no programa MFA da Syracuse University, escreve para diversos jornais e revistas, enquanto continua a publicar premiadas obras de ficção e não ficção. 

No Brasil, o romance tem lançamento previsto para o ano de 2018 pela editora Companhia das Letras com o título “Lincoln no limbo”.

Saiba mais sobre o prêmio no site oficial do Man Booker Prize.
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Rio de Literatura, que tem como objetivo reconhecer a qualidade da produção literária nacional e incentivar escritores de todo o país.


O prêmio, organizado pela Fundação Cesgranrio, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, será dividido em duas modalidades: Obras Publicadas e Novo Autor Fluminense. Sendo que, cada participante poderá inscrever somente uma obra em apenas uma modalidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 12 de janeiro de 2018, no site oficial do Centro Cultural Cesgranrio.

Modalidades

Na modalidade Obras Publicadas, o concurso é aberto a escritores profissionais brasileiros, natos ou naturalizados. Sendo que, o autor ou a editora que o representa precisa inscrever uma obra de Ficção, de Ensaio ou de Poesia, cuja primeira edição tenha sido publicada entre outubro de 2016 e outubro de 2017. Os autores dos livros vencedores nas categorias Ficção, Ensaio e Poesia serão premiados, cada um, com a quantia de 100 mil reais. 

Já a modalidade Novo Autor Fluminense é restrita a autores iniciantes, que tenham nascido ou morem no estado do Rio de Janeiro. Somente o autor poderá realizar a inscrição de sua obra, que deve ser inédita, e no gênero de Ficção. O prêmio, além de oferecer 10 mil reais ao vencedor, ainda vai viabilizar a edição e publicação de mil exemplares de sua obra, que serão doados ao autor e distribuídos para bibliotecas públicas e comunitárias do estado.

Sendo que os 40 autores classificados para a segunda fase de seleção poderão ser convidados a participar de eventos culturais promovidos pela Fundação Cesgranrio e Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Os vencedores serão anunciados pelo site oficial do prêmio.

Saiba mais sobre o concurso no site oficial do Centro Cultural Cesgranrio.
O Natal está chegando, e os leitores estão começando a preparar suas listas de presentes, mas para aqueles que ainda estão em dúvida, aqui vai uma sugestão, o “Goodreads Choice Awards” elegeu em 2017 os melhores livros do ano.


O concurso é realizado pela maior rede social de livros, a Goodreads, que possui cerca de 65 milhões de usuários e mais de 2 bilhões de obras cadastradas. Sendo que são os próprios usuários da rede social que escolhem, por meio de votação online, as melhores obras do ano, indicadas por críticos especializados e divididas em 20 categorias literárias. 

Os Vencedores

Para a alegria dos leitores brasileiros, muitas das obras vencedoras já foram publicadas no país ou tem previsão para serem publicadas em breve por diversas editoras. Como o best-seller “Belas Adormecidas” (Sleeping Beauties), a aterrorizante história do mestre do suspense Stephen King, escrita em parceria com seu filho Owen King, eleito o melhor livro na categoria Horror, tendo sido lançado no país em 2017 pela editora Suma de Letras.

Considerado um sucesso de críticas e vendas, “Animais Fantásticos e Onde Habitam – O Roteiro Original” (Fantastic Beasts and Where to Find Them: The Original Screenplay), mais um livro do universo Harry Potter, criado pela famosa autora J. K. Rowling, lançado pela editora Rocco em abril de 2017, conquistou o título de melhor livro na categoria Fantasia. 

Outra obra que tem feito muito sucesso no Brasil e no mundo é “O Navio dos Mortos” (The Ship of the Dead), terceiro e último volume da saga “Magnus Chase e os Deuses de Asgard” do autor Rick Riordan, que mais uma vez tem sua obra eleita na categoria Middle Grade & Children's. O livro foi lançado este ano pela editora Intrínseca, assim como “Somos Todos Extraordinários” (We're All Wonders) de R. J. Palacio, eleito o melhor livro na categoria Picture Books.

Já o primeiro lugar na categoria Science Fiction ficou com “Artemis” (Artemis) do escritor Andy Weir, previsto para ser lançada no segundo semestre de 2018 pela editora Arqueiro. Enquanto que a obra “Corte de Asas e Ruína” (A Court of Wings and Ruin), terceiro volume da série “Corte de Espinhos e Rosas” de Sarah J. Maas, lançada pela editora Galera Record, conquistou o título de melhor livro na categoria Young Adult Fantasy & Science Fiction

O que faz de Sarah J. Maas e Rick Riordan, campeões invictos do “Goodreads Choice Awards”, ao lado da autora Colleen Hoover, cuja mais recente obra “Without Merit”, prevista para ser lançada pela editora Galera Record em 2018, conquistou o título de melhor livro na categoria Romance. Sendo que, a obra “Little Fires Everywhere” da escritora Celeste Ng, prevista para ser lançada no primeiro semestre de 2018 pela editora Intrínseca, foi eleita na categoria de melhor livro de Ficção. 

Nas categorias Debut Goodreads Author e Young Adult Fiction foi eleito o bestseller “O Ódio Que Você Semeia” (The Hate U Give), primeiro livro escrito pela autora Angie Thomas, lançado este ano pela Galera Record. Enquanto que na categoria Graphic Novels & Comics, a vencedora foi mais uma vez Sarah Andersen com a graphic novel “Uma Bolota Molenga e Feliz” (Big Mushy Happy Lump), publicada no país em 2017 pela editora Seguinte. 

Há ainda o suspense “Em Águas Sombrias” (Into the Water) de Paula Hawkins, publicado este ano pela editora Record, que conquistou o primeiro lugar na categoria Mystery & Thriller. Mais uma obra lançada este ano no país é “Astrofísica Para Apressados” (Editora Planeta) de Neil deGrasse Tyson, eleito melhor livro na categoria Science & Technology. Sendo que na categoria Humor foi eleito o livro “Falando o Mais Rápido que Posso: de Gilmore Girls a Gilmore Girls e Tudo no Meio do Caminho” de Lauren Graham, lançado no ano passado pela editora Record.

Assim, dentre os 20 livros vencedores do “Goodreads Choice Awards”, dez já foram publicados no Brasil e pelo menos três estão previstos para serem lançados no próximo ano. No entanto, infelizmente, sete obras ainda não têm previsão para lançamento no país, como o best-seller “How to Be a Bawse: A Guide to Conquering Life” de Lilly Singh, vencedor da categoria de Não-Ficção.

Confira as demais categorias e suas obras vencedoras no infográfico a baixo:


Saiba mais sobre os livros e o concurso no site oficial da Goodreads.

Feliz Natal e boas leituras, leitores! 🎄😉
A editora Companhia das Letras lança, oficialmente, a mais nova edição de “Histórias Extraordinárias”, uma coletânea composta por alguns dos mais assustares contos do renomado autor americano Edgar Allan Poe.


“Poe sempre consegue […] provocar-nos aquele arrepio de morte ou aquela impressão de vida que, em literatura, constituem o melhor, senão o único, passaporte para a imortalidade.” 
- José Paulo Paes

A coletânea reúne, em suas 448 páginas, dezoito das mais assombrosas histórias do mestre do suspense e do mistério, cuidadosamente, selecionadas e traduzidas pelo poeta José Paulo Paes. Entre elas estão os clássicos “Assassinatos na Rua Morgue”, “O Gato Preto”, “A Carta Roubada”, “O Escaravelho de Ouro”, “O Poço e o Pêndulo”, “O Homem da Multidão”, e vários outros.

A edição ilustrada possui ainda capa dura com arte de Marcos Kotlhar e textos de Charles Baudelaire, Jorge Luis Borges e Julio Cortázar, que reverenciam o estilo de um dos escritores mais sombrios de todos os tempos.

Saiba mais sobre o livro no site oficial da Companhia das Letras.
"Não quero que toda minha felicidade dependa de outra pessoa, não quero ser refém de destinos que não consigo controlar." - Jojo Moyes (Depois de Você)