Tem inicio hoje um dos maiores eventos literários de Santa Catarina, a 11ª edição da Feira do Livro de Joinville, que acontece até o dia 13 de abril no Centreventos Cau Hansen.


Com o tema “O Prazer da Leitura”, a feira contará com inúmeras atrações como palestras, maratona de contos, exposições, teatro, cinema e apresentações artísticas.

Além de lançamentos de livros, oficinas, sessões de autógrafos, debates e bate-papos com alguns dos mais renomados autores do país.

Entre eles o escritor de livros infantojuvenis, Pedro Bandeira, o ilustrador e escritor Ricardo Azevedo, o historiador, professor e escritor Joel Rufino. Além da autora e publicitária Paula Pimenta, criadora da série “Fazendo meu filme”.

Assim como a jornalista, professora e escritora Ana Maria Machado, o diretor, roteirista e autor Silvio de Abreu, o escritor, tradutor e jornalista Léo Cunha e o autor, cineasta, roteirista, jornalista e colunistas de esportes José Roberto Torero, entre muitos outros.

A feira do livro, promovida pelo Instituto Joinville de Cultura e Educação, acontece de segunda a sábado, das 9h às 21h, e domingo, das 10h às 19h. Sendo que a entrada é franca.

Confira a programação completa no site oficial do evento.
Países do mundo inteiro comemoram hoje, 02 de abril, o Dia Internacional do Livro Infantil, uma data criada em homenagem ao aniversário do escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen, considerado o pai dos contos de fadas.

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Sendo que, a data foi instituída, em 1967, pela International Board on Books for Young People (IBBY), uma organização sem fins lucrativos que representa uma rede internacional de pessoas com o objetivo de inspirar o amor pela leitura nos mais jovens.

“Imaginar a nação através da história”

Todos os anos, para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil, a IBBY escolhe um tema e convida um renomado autor de um de seus países membros para escrever uma mensagem para as crianças do mundo inteiro.


Sem falar que, a mensagem será acompanhada por um cartaz, especialmente, criado para esta data, por um famoso ilustrador, também do país anfitrião.

Assim, com o tema “Imaginar a nação através da história”, o país convidado deste ano, à Irlanda, é representado pela premiada escritora de livros infantis, Siobhán Parkinson, e pela famosa ilustradora, Niamh Sharkey.

Uma carta às crianças do mundo

Os leitores frequentemente perguntam aos escritores, como é que eles escrevem suas histórias – De onde surgem as ideias? Da minha imaginação, responderá o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde está a sua imaginação, e do que ela é feita, e todo mundo tem uma?

Bem, diz o escritor, está na minha cabeça, é claro, e ela é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros, e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens, e palavras e perfumes e sentimentos e cores e rimas e pequenos cliques e lufadas e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E tudo isto girando dentro da sua cabeça, cantando e caleidoscópicando e flutuando e sentando e pensando e coçando a cabeça.

É claro que todo mundo tem uma imaginação: caso contrário, não conseguiríamos sonhar. Embora a imaginação de todo mundo não tenha as mesmas coisas. Provavelmente dentro da imaginação dos cozinheiros existem na maioria sabores, e a imaginação dos artistas deve ser composta por muitas cores e formas. Já a imaginação dos escritores é cheia de palavras.

E para os leitores e ouvintes de histórias, a sua imaginação é também movida por palavras. A imaginação do escritor trabalha e gira e forma ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é feita de nada mais que palavras, batalhões de rabiscos que marcham através das páginas. Em seguida, vem um leitor e os rabiscos ganham vida. Eles permanecem na página, ainda parecem batalhões, mas eles também estão brincando com a imaginação do leitor, e o leitor está agora a moldar e a girar as palavras de modo que a história decorre agora dentro de sua cabeça, como já aconteceu na cabeça do escritor.

É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Existe apenas um escritor para cada história, mas existem centenas, ou milhares ou até mesmo milhões de leitores, não só na língua do escritor, mas também traduzido em muitas línguas. Sem o escritor a história nunca teria nascido, mas sem todos os milhares de leitores em todo o mundo, a história nunca teria vivido todas as vidas que podia viver.

Cada leitor de uma história tem algo em comum com todos os outros leitores dessa história. Separadamente, e de alguma forma também juntos, eles recriaram a história do escritor na sua própria imaginação: um ato que é ao mesmo tempo privado e público, individual e comunitário, íntimo e internacional. Pode muito bem ser o que os humanos fazem de melhor.

Continuem a ler!

- Siobhán Parkinson

Feliz Dia Internacional do Livro Infantil, leitores!
A escritora japonesa Nahoko Uehashi e o ilustrador brasileiro Roger Mello foram anunciados como os vencedores do renomado Prêmio Hans Christian Andersen, durante a 51ª edição da Feira Internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, que teve o Brasil como país convidado.


O prêmio, cujo nome é uma homenagem ao escritor dinamarquês, Hans Christian Andersen, existe desde 1956, e é concedido a cada dois anos pela International Board on Books for Young People (IBBY) a escritores e ilustradores vivos, cujas obras deram uma contribuição duradoura para a literatura infantil e juvenil.

Melhor Escritora

foto: divulgação
Premiada autora japonesa de livros infantojuvenis, Nahoko Uehashi é conhecida por criar histórias inspiradas na cultura japonesa, que falam sobre honra, destino e sacrifício.


Assim como uma de suas obras mais famosas, “Moribito”, uma série de dez livros, que venderam mais de um milhão de cópias, e inspirou o anime de mesmo nome, além de ganhar alguns dos principais prêmios literários do Japão.

De acordo com o júri do prêmio, Uehashi “tem uma extraordinária capacidade de criar diferentes mundos de fantasia, e seu trabalho tem ternura e um grande respeito pela natureza e todas as criaturas”.

Melhor Ilustrador

foto: divulgação
Ilustrador, escritor e dramaturgo, Roger Mello ilustrou mais de uma centena de obras da literatura infantojuvenil, tendo também escrito cerca de vinte delas, como “Meninos do Mangue”, “João por um Fio”, “Carvoeirinhos”, entre outros.

Segundo o júri suas ilustrações “fornecem meios para explorar a história e a cultura do Brasil. Ele não subestima a capacidade da criança de reconhecer e decodificar fenômenos e imagens culturais. Suas ilustrações permitem que as crianças sejam guiadas pela história por sua imaginação”.

Mello é o primeiro brasileiro a vencer o prêmio na categoria de Melhor Ilustrador, sendo que antes dele, as brasileiras Lygia Bojunga e Ana Maria Machado já haviam vencido na categoria de Melhor Escritor.

Considerado o Nobel da literatura infantil e juvenil, o Prêmio Hans Christian Andersen será entregue aos vencedores, em 10 de setembro, durante uma cerimônia no 34ª Congresso Internacional do IBBY, na Cidade do México.
A cidade italiana de Bolonha se torna palco hoje de um dos mais importantes eventos dedicados à literatura infantojuvenil, a Feira do Livro de Bolonha, que este ano terá o Brasil como país homenageado.


Em sua 51ª edição, o evento, que acontece até o dia 27 de março no Centro de Exposições de Bolonha, na Piazza Costituzione, é dedicado exclusivamente aos profissionais do mercado editorial internacional, como autores, ilustradores, tradutores, editores, entre muitos outros.

Assim, durante quatro dias, profissionais do mundo inteiro, se reúnem em uma área de mais de 20 mil metros quadrados, para expor seus trabalhos, fazer negócios e participar de palestras, oficinas, lançamentos, debates e bate-papos sobre os mais variados assuntos.

“Incontáveis Linhas, Incontáveis Histórias”

Convidado de honra do evento, o Brasil será representado por grandes nomes da literatura nacional infantojuvenil, além de 39 editoras brasileiras e 55 ilustradores que irão exibir seus trabalhos na exposição "Incontáveis Linhas, Incontáveis Histórias".


Sendo que a exposição irá homenagear o renomado cartunista Ziraldo, criador do Menino Maluquinho. Além de contar com a participação do vencedor deste ano do prêmio Hans Christian Andersen de melhor ilustrador, Roger Mello.

Organizado pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN), pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), o estande brasileiro também contará a presença da renomada escritora Ana Maria Machado, da autora e jornalista Marina Colasanti e da autora e ilustradora Marilda Castanha.

Assim como da escritora e ilustradora mineira Angela Lago, do ilustrador e artista plástico Nelson Cruz, da professora e ilustradora Ciça Fitipaldi, do escritor e ilustrador Eliardo França e do ilustrador e designer carioca Rui de Oliveira.

“Non ditelo ai grandi”

Pela primeira vez em 50 anos, a Feira do Livro de Bolonha abre as portas para o público, permitindo a entrada de crianças, jovens, suas famílias, professores e educadores, além de milhares de fãs da literatura infantojuvenil.


A feira destinou um pavilhão inteiro, o Hall 33, para a primeira edição da “Semana do Livro e Cultura para Crianças”, que tem como lema “Non ditelo ai grandi”, inspirado na obra da famosa escritora americana de literatura infantil e vencedora do Prêmio Pulitzer (1984), Alison Lurie.

O pavilhão, decorado com uma paisagem fantástica com base em um jogo de cartas que se refere a personagens fictícios, como reis, cavaleiros e bobos da corte, irá comportar uma grande biblioteca internacional, com milhares de títulos de todo o mundo.

O evento também contará com mais de 200 encontros e bate-papos com autores da literatura infantil, além de inúmeros laboratórios, oficinas, exposições e mais de mil ilustrações de todo o mundo.

Confira a programação completa no site oficial do evento.
Inspirado na obra do autor Ian Fleming, o filme Cassino Royale (Casino Royale) é o 21º da franquia do famoso espião James Bond, e o primeiro com o ator Daniel Craig no papel de 007.


Dirigido por Martin Campbell (007 contra Goldeneye) e com roteiro de Robert Wade, Neal Purvis e Paul Haggis, o filme é um tipo de renovação, não apenas da franquia como também do personagem.

Na trama

O agente secreto do MI6, agência britânica, James Bond acaba de conseguir sua licença para matar e ser promovido ao status de “00”. Sua primeira missão como 007 o leva a Madagascar, com o objetivo de espionar o terrorista Mollaka (Sebastien Foucan), mas nada sai como planejado. Assim, Bond se vê obrigado a perseguir por conta própria o restante da célula terrorista, o que o leva às Bahamas e a Le Chiffre (Mads Mikkelsen), o banqueiro de organizações terroristas espalhadas pelo mundo.

Sendo que, após perder uma grande quantia de seus chefes, Le Chiffre planeja conseguir o dinheiro de volta em um jogo de pôquer milionário em Montenegro, no Cassino Royale. Informada da situação, M (Judi Dench) envia Bond para jogar contra Le Chiffre, sabendo que caso o banqueiro perca, não apenas a organização como o próprio Le Chiffre serão destruídos.

No entanto, como essa operação requer uma grande quantia em dinheiro, o MI6 envia a sedutora agente do tesouro, Vesper Lynd (Eva Green), para acompanhar Bond em sua missão. Já em Montenegro, o 007 conta com a ajuda de Mathis (Giancarlo Giannini), um agente de campo local do MI6, e o agente da CIA, Felix Leiter (Jeffrey Wright).

O enredo foi criado de forma a não preceder a qualquer um dos filmes de 007, mostrando um novo James Bond, bem diferente do espião frio e calculista que os fãs conheceram no cinema. No entanto, todo o simbolismo de 007 ainda continua presente, como os cenários paradisíacos, filmados na República Checa, Bahamas, Itália e Reino Unido. 

Além da crueldade de seus inimigos, de uma bela Bond-girl e uma abertura incrível, com a música "You Know My Name", de Chris Cornell. Embora, pela primeira vez na franquia, a carismática personagem Miss Moneypenny não apareça.

Livro x Filme

Espionagem, crime, morte, paixão e traição em um enredo repleto de ação, que embora seja inspirado na obra homônima de Ian Fleming, não é exatamente fiel a ela. Pois como o livro foi escrito em 13 de abril de 1953, os roteiristas decidiram adicionar alguns fatos atuais ao enredo para dar um ar mais moderno.

Além é claro dos já tradicionais aparatos tecnológicos utilizados pelo agente em suas missões, sem falar na ação desenfreada, com inúmeras cenas de luta, explosões, tiroteios, perseguições e até mesmo prédios desabando. O que não poderia faltar em um filme de 007.


Já no livro há poucas cenas de ação, e muitos diálogos, alguns até filosóficos, como por exemplo, a conversa que Bond e Manthis têm no hospital sobre a natureza do mal, que infelizmente não aparece no filme. A cena do sequestro e da tortura, que consiste no clímax do livro, também não foi muito fiel, embora a brutalidade e a violência nela choque da mesma forma os fãs tanto do livro quanto do longa. Sem falar no desfecho de Vesper, que foi bem mais dramático no filme.

Quanto aos personagens estão todos lá, no entanto desempenhando papéis um pouco diferentes na história, a começar pelo Manthis, que passou de bom amigo de Bond a bode expiatório, e Leiter, que faz apenas uma breve aparição no cassino, sendo que no livro ele tem uma participação bem maior na missão do 007.

Outro fato interessante, é que a produção decidiu mudar o jogo disputado por Bond e Le Chiffre no cassino, por considerar o Texas Hold’em Poker, um jogo que exige muito mais estratégia do que o Baccarat, o jogo que Fleming escolheu para o romance.

Resumindo, Cassino Royale pode não agradar muito aos fãs ardorosos do livro, assim como os fãs da franquia cinematográfica, que nunca leram o livro antes, podem achar a obra literária um pouco monótona. Afinal, não se pode agradar a todos, não é mesmo. No entanto, o longa tem tudo para agradar os fãs de 007 e dos filmes de ação.

Bond, James Bond

"Como todos os homens frios e durões, rendia-se com facilidade aos sentimentos" - Ian Fleming

Cassino Royale se passa no início da carreira do agente 007, mostrando um Bond menos experiente, mais vulnerável e bem machista, que se deixa guiar facilmente pelo ego. Matar para ele ainda não é algo tão fácil.

Em alguns momentos, tanto no filme como no livro, Bond chega até mesmo a se questionar sobre o seu futuro como 007, pensando seriamente em desistir, mas a traição e a morte mudam tudo, inclusive o próprio Bond.

Assim, diferente dos filmes anteriores, o longa se desvia um pouco da ação desenfreada para se aprofundar mais no personagem, mostrando de fato quem é James Bond, e como ele se tornou um dos agentes mais letais do MI6.

O autor

Ian Fleming /foto: divulgação
Nascido em Londres, Inglaterra, em uma família rica e influente, Ian Lancaster Fleming foi um oficial da Inteligência Naval do Reino Unido, além de jornalista e escritor de romances de espionagem.

Sendo que sua experiência no planejamento de operações durante a Segunda Guerra Mundial, assim como sua carreira como jornalista, lhe proporcionou o conhecimento necessário para escrever 12 romances e dois livros de contos sobre o famoso personagem, James Bond.

Além da saga do espião, Fleming também escreveu a obra infanto-juvenil Chitty-Chitty-Bang-Bang (1964) e dois livros de não ficção. Sendo eles The Diamond Smugglers (1957), baseado na pesquisa que fez para o quarto romance de 007, Diamonds Are Forever, e Thrilling Cities (1963), a reedição de uma série de artigos para o The Sunday Times.

O autor, que morreu aos 56 anos, em agosto de 1964, de um ataque cardíaco, teve a chance de testemunhar o sucesso de sua obra, e teve a oportunidade de assistir aos dois primeiros filmes do espião, “007 contra o satânico Dr. No” e “Moscou contra 007”, ambos estrelados pelo ator Sean Connery.

Produção

Produzido pela EON Productions para a Metro-Goldwyn-Mayer e a Columbia Pictures, Cassino Royale teve sua estreia em 14 de novembro de 2006. Sendo aclamado pela crítica, com inúmeros elogios a excelente performance de Daniel Craig e a reinvenção do personagem de Bond.

O arco da história continua no filme seguinte, “Quantum of Solace” (2008), dirigido por Marc Foster e com roteiro também escrito por Neal Purvis, Robert Wade e Paul Haggis. O título foi tirado de um conto de Fleming do livro For Your Eyes Only, apesar do filme não possuir nenhum elemento da história original.

Assista ao trailer (em inglês):

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa, que irá premiar as melhores produções de textos de alunos de escolas públicas de todo o país.


Com o tema “Escrevendo o Futuro”, o concurso tem como objetivo estimular o interesse pela leitura e o desenvolvimento da escrita entre os estudantes de escolas públicas.

A Olimpíada é aberta a professores e alunos do 5º ano do ensino fundamental (EF) ao 3º ano do ensino médio (EM). Sendo que as inscrições devem ser feitas até o dia 30 de abril pelo site oficial do evento.

“O lugar onde vivo”

Valorizando a interação das crianças e jovens com seu meio, a Olimpíada mais uma vez adota o tema “O lugar onde vivo”. Assim, para escrever os textos, o aluno resgata histórias, estreita vínculos com a comunidade e aprofunda o conhecimento sobre a realidade, o que contribui para o desenvolvimento de sua cidadania.

Os estudantes e seus professores irão trabalhar textos de quatro gêneros literários diferentes. Sendo que, os alunos do 5º e 6º anos EF irão competir com poemas, os do 7º e 8º anos EF escreverão textos de memórias literárias, já os do 9º ano EF e 1º ano EM participarão com crônicas e os do 2º e 3º anos EM irão redigir artigos de opinião.

Os professores inscritos deverão orientar seus alunos a escreverem textos originais, de autoria exclusiva dos respectivos alunos. Para isso, serão realizadas, em sala de aula, oficinas de escrita e leitura a partir do material pedagógico distribuído pelo concurso. Dessa forma, tanto professores quanto alunos participam da Olimpíada.

Nesta quarta edição, todo o processo de inscrição e adesão, digitação dos textos selecionados na Etapa Escolar e avaliação nas demais etapas serão realizadas por meio da internet. Sendo que as escolas devem enviar os textos produzidos às comissões julgadoras até o dia 15 de agosto.

A Olimpíada de Língua Portuguesa é realizada, a cada dois anos, pelo Ministério da Educação em parceira com a Fundação Itaú Social e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC).

Para mais informações consulte o site oficial do concurso.
Numa mistura de Ilustração Digital e Fotografia, o designer gráfico, Jirka Vinse Jonatan Väätäinen criou um belíssimo projeto no qual mostra como seriam as personagens dos clássicos da Disney na vida real.

Entre as heroínas retratadas pelo finlandês estão Branca de Neve, Rapunzel, Cinderela, Tiana de “A Princesa e o Sapo”, Alice do clássico “Alice no País das Maravilhas”, e muitas outras.

Os trabalhos do designer, postados em seu blog portfólio desde 2011, acabaram se tornando um sucesso, sendo visualizados por inúmeras pessoas de diversos países, além de serem amplamente divulgados pela Internet.

Assim, atendendo ao pedido dos fãs, Jirka decidiu continuar a criação de personagens Disney na “vida real”, sendo que seu mais novo trabalho retrata as personagens Jane do clássico “Tarzan”, a fada Tinkerbell e a Wendy do clássico “Peter Pan”.

Confira as imagens:

Wendy & Tinkerbell de “Peter Pan”
Imagem: Jirka Vinse Jonatan Väätäinen
Jane de “Tarzan”
Imagem: Jirka Vinse Jonatan Väätäinen
Saiba mais sobre o trabalho do designer neste post e não deixe de apreciar as belas imagens no site oficial do Jirka!