Hoje é o último dia do ano de 2022 e, para ser honesta, estou mais do que feliz por esse ano, finalmente, ter chegado ao fim.


Mas, apesar de todos os dissabores de 2022, confesso que estou cheia de expectativas, e esperanças para o ano novo e, como eu adoro criar listas, objetivos e desafios, achei que seria legal dividir com vocês algumas das minhas resoluções para 2023 envolvendo as minhas leituras e os meus projetos para o blog.

No Capítulo anterior...

A chegada de um novo ano requer também um momento de reflexão, pois para planejar o futuro muitas vezes temos que olhar para o passado. Assim vamos dar uma olhada nas páginas de 2022 e ver como me saí.

Admito que, em termos de leitura, este foi um ano muito bom. Não só consegui bater minha meta de 100 livros no Goodreads, como a ultrapassei lendo 121 livros, entre eles alguns mangás incríveis, que estavam na minha TBR a um bom tempo, como Fullmetal Alchemist, The Promised Neverland, Psychic Detective Yakumo e A Heroica Lenda de Arslan. Também passei a ouvir e curtir audiobooks, o que tem ajudado bastante com o meu inglês.

Infelizmente, não encontrei nenhum favorito este ano, mas descobri novos autores e li alguns livros muito bons, dignos de quatro estrelas, como "A Balada do Black Tom" de Victor Lavalle, "Ecos" de Pam Muñoz Ryan, "O Veredicto de Chumbo" de Michael Connelly, "Ascensão e Queda dos Dinossauros" de Steve Brusatte, e "A Garota que Bebeu a Lua" de Kelly Barnhill.

Mas nem tudo foi perfeito, pois acabei flopando em algumas das minhas resoluções de leitura, como completar as mais de 20 séries que comecei, e ler os mais de 100 livros que tenho na minha estante e no meu kindle. No entanto, consegui manter um certo controle sobre a quantidade de livros novos que adquiri, o que admito não foi nada fácil.

Com relação ao blog, infelizmente, 2022 acabou sendo mais um ano de hiatos, e todos os meus planos, ideias e ambições acabaram se chocando com a dura realidade da vida. Já vão fazer quatro anos que não produzo nenhum conteúdo para o Point Literal, e isso me deixa realmente triste.

Assim decidi tirar um tempo para refletir sobre algumas coisas, em especial, sobre o tipo de leitora que me tornei e o tipo de blog no qual desejo transformar o Point Literal. O resultado foram diversas alterações em seu projeto editorial e no seu conteúdo, assim como no layout, no logo e no slogan. O que levou a criação de uma nova página de perfil e de apresentação do blog, além de novas colunas, como a Bookish, na qual esse post está sendo publicado.

Um Novo Capítulo

Vou começar esse ano com uma resolução simples que abrange todos os aspectos da minha vida, incluindo as minhas metas de leitura e os meus projetos para o blog. Eu vou dar o meu melhor em tudo o que fizer, sem pressão, sem cobranças e o mais importante sem acabar me esgotando física, mental e emocionalmente.


Portanto, uma das minhas resoluções para 2023 é manter a minha meta de leitura de 100 livros no Goodreads e no The StoryGraph, já que nos últimos três anos não tive dificuldade em concluí-la. Este ano, também pretendo tentar dar andamento a algumas séries, não comprar muitos livros e eBooks, e focar nos livros e mangás que tenho na minha estante e no meu kindle, que convenhamos não são poucos.

Isso tem realmente me estressado, por esta razão decidi começar um novo desafio pessoal, o Zero TBR, que não tenho pretensões de finalizar em 2023, mas quero pelo menos alcançar um número considerável de livros lidos, sem colocar muita pressão, afinal eu só quero ler e me divertir com minhas leituras.

Também pretendo participar de alguns desafios de leitura e maratonas literárias interessantes que encontrei online, mas sem assumir nenhum compromisso, afinal o objetivo aqui é ler sem pressão, mas acho que vai ser divertido pelo menos tentar completar alguns dos desafios e sair um pouco da minha zona de conforto.

Entre os desafios estão a sétima edição do Beat The Backlist idealizado por Austine Decker e a terceira edição do Buzzword Reading Challenge criado pela Kayla do canal do Youtube Books and Lala. Por falar em Youtube, ele acabou provando ser uma fonte inesgotável de maratonas literárias, sendo que algumas delas acontecem mensalmente, como o Middle Grade March, o March Mystery Madness, o Nonfiction November, o Picture This Readathon, entre inúmeros outros. Ainda não decidi se vou participar de alguma delas, mas confesso que estou tentada.

Respire, Reflita, Realize...

Com relação ao blog tenho uma pequena confissão a fazer. Uma das razões que me fizeram dar um tempo no Point Literal, apesar de eu amar tanto blogar, foi o estresse que vinha do fato de eu me cobrar constantemente para produzir cada vez mais conteúdo e postá-lo diariamente, o que me consumia por completo e acabava inevitavelmente me esgotando.

Assim, uma das minhas resoluções para 2023 é ir com calma e não me cobrar tanto, para isso decidi criar um novo calendário editorial para o blog, que me permita postar matérias interessantes e de qualidade sobre temas que eu amo, porém no meu ritmo, nem que seja apenas uma vez por semana.

Também vou tentar investir um pouco mais nas mídias sociais, afinal elas são uma parte importante da divulgação do blog. Atualizar mais vezes as minhas páginas no Facebook e no Tumblr e dar os meus primeiros passos no Bookstagram. Mas, é claro, tendo todo o cuidado para não acabar me sobrecarregando.

Como é mesmo aquele ditado, “Ano Novo, Vida Nova”!  Com essa ideia em mente aqui dou início a esse novo capítulo na história do Point Literal e também na minha história como leitora, e espero sinceramente poder compartilhá-lo com todos vocês leitores.

Mas me conta, o que vocês acharam das minhas resoluções? Nada pretenciosas, hein?! 😉 Vocês tem algum resolução para o ano novo? Vão participar de algum desafio de leitura interessante? Desejo-lhes uma boa sorte e muito sucesso!

Feliz Ano Novo e Boas Leituras! 🎉
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil, que tem como objetivo revelar novos autores, estimular a criação literária nacional e propiciar aos jovens leitores o acesso a textos inéditos e de qualidade.


Em sua 16ª edição, o prêmio, organizado pela Fundação SM e pela SM Educação, irá contemplar obras de ficção nos gêneros romance e novela para crianças e jovens. Sendo aberto a autores, maiores de 18 anos (completados até janeiro de 2020), de todas as nacionalidades, residente no Brasil.

As inscrições devem ser feitas até o dia 31 de janeiro de 2020, no site oficial do concurso. Participando apenas textos inéditos em qualquer meio (impresso ou eletrônico) e escritos originalmente em língua portuguesa. Cada candidato poderá inscrever no máximo dois originais, que devem ser assinados por um nome fictício (pseudônimo).

O resultado do concurso e a data e local da entrega do prêmio, serão divulgados nos sites das Organizadoras e do Prêmio Barco a Vapor. O vencedor será premiado com a quantia de 40 mil reais, como adiantamento por direitos autorais, além de ter seu livro publicado na coleção Barco a Vapor.

Confira o regulamento e faça sua inscrição no site oficial do concurso
Você é uma filha das palavras. Uma garota com uma história para contar. - Jay Kristoff (Nevernight)

O mais novo livro do autor best-seller americano Brandon Sanderson já se encontra disponível nas livrarias de todo país, lançado pelo selo Minotauro da editora Planeta.


“Skyward: Conquiste as estrelas”, publicado originalmente em novembro de 2018, conta com tradução de Marcia Blasques e 400 páginas, que narram uma história épica na qual o futuro da humanidade depende dos sonhos da jovem Spensa.

A história

Derrotada, devastada e levada quase à extinção, a raça humana se vê presa em um planeta distante, constantemente atacado por misteriosos combatentes alienígenas. Spensa, uma adolescente, anseia por se tornar piloto e se juntar à resistência.

Quando descobre os restos de uma velha nave, um modelo que a garota nunca tinha visto na vida, percebe que esse sonho pode enfim se tornar realidade. Para isso, no entanto, a garota precisará consertar a grande nave, aprender a pilotá-la e – talvez o mais difícil – convencer a inteligência artificial que controla os restos da embarcação a ajudá-la: essa incrível nave, de alguma forma, parece ter uma alma própria.


Saiba mais sobre o livro no site oficial da editora Planeta.
A editora Morro Branco lança, oficialmente, o primeiro volume da série de ficção científica da renomada autora americana Octavia E. Butler.


“Despertar” (Dawn), publicado originalmente em maio de 1987, conta com tradução de Heci Regina Candiani e 352 páginas, nas quais narra a história dos últimos sobreviventes da raça humana, que pela primeira vez desde o holocausto nuclear, voltam a habitar a Terra, onde mais uma vez a grama crescerá, os animais correrão e as pessoas aprenderão a sobreviver ao deserto indomável do planeta, mas eles não estão sozinhos.

A história

Há vida inteligente lá fora e é ela que salva a humanidade de si mesma. Quando Lilith Iyapo desperta após 250 anos de animação suspensa, descobre que o planeta Terra e os seres humanos sobreviventes de uma guerra catastrófica estão sob a guarda dos Oankali, uma espécie alienígena com habilidades e tecnologias tão impressionantes quanto sua aparência é repulsiva.

Lilith foi escolhida para despertar e preparar outros seres humanos para finalmente retornarem ao planeta natal. A Terra está novamente habitável, porém em condições bem diferentes do que conheciam. Assim, os humanos precisarão desenvolver suas habilidades de sobrevivência, enquanto Lilith terá que superar as próprias suspeitas para liderá-los nessa nova etapa.

A trilogia “Xenogênese” de Octavia E. Butler é composta pelos livros “Despertar” (1987), “Ritos de Passagem” (1988) e “Imago” (1989).

Saiba mais no site oficial da editora Morro Branco.
Feliz, feliz Natal, que nos traz de volta as ilusões da infância, recorda ao idoso os prazeres da juventude e transporta o viajante de volta à própria lareira e à tranquilidade do seu lar. - Charles Dickens

A editora HarperCollins Brasil lança, oficialmente, o mais novo livro no universo épico criado pelo renomado autor J. R. R. Tolkien.


“Beren e Lúthien”, publicado originalmente no final de 1916, conta com capa dura, a mesma arte da edição britânica, desenhos e pinturas de Alan Lee, que também ilustrou “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, tradução de Ronald Kyrmse e 368 páginas, nas quais é narrado por Christopher Tolkien o conto que tornou-se um elemento fundamental na evolução de “O Silmarillion”, os mitos e lendas da Primeira Era do Mundo concebidos por J. R. R. Tolkien.

A história

Essencial à história, e jamais modificado, é o destino que se impõe sobre o amor dos protagonistas: Beren é um homem mortal, enquanto Lúthien é uma elfa imortal. O pai dela, um grande senhor élfico, opõe-se ao relacionamento e, para permitir o casamento com Lúthien, impõe a Beren uma tarefa impossível de ser realizada. É esse o foco central da lenda: a tentativa incrivelmente heroica de Beren e Lúthien de juntos roubar uma Silmaril do maior de todos os seres malignos, Melkor, chamado Morgoth, o Sombrio Inimigo do Mundo.

Neste livro, Christopher Tolkien tenta extrair a história de Beren e Lúthien da obra mais abrangente em que está inserida. Contudo, a própria lenda foi se modificando conforme novas associações foram sendo criadas dentro da narrativa maior. A fim de mostrar um pouco do processo pelo qual essa lenda da Terra-média evoluiu ao longo dos anos, ele conta a história nas próprias palavras de seu pai ao fornecer, primeiro, a forma original do texto e, em seguida, passagens em prosa e em verso de textos tardios que ilustram a narrativa à medida que ela muda. 

Saiba mais sobre o livro no site oficial da editora HarperCollins Brasil.