Lançamentos || Abril de 2026

Celebrando o Dia Mundial do Livro e o Dia Internacional do Livro Infantil, o mês de Abril se transforma em uma vitrine vibrante de histórias capazes de encantar leitores de todas as idades. Seja explorando novos mundos, revisitando clássicos ou descobrindo histórias inéditas, há opções para todos os gostos. 


 
Entre os lançamentos literários de abril estão seis mangás consagrados, um mistério de tirar o fôlego, o primeiro volume e sequências de aguardadas fantasias, clássicos da ficção científica inéditos no país, e edições de luxo de grandes clássicos. Lembrando que todos esses livros estão disponíveis em versão física e digital na Amazon.

Novas fantasias prometem conquistar fãs do gênero

Os leitores fascinados pelo reino da fantasia podem comemorar a chegada de três fantasias em volume único e do primeiro volume de quatro novas sagas de sucesso. Repletas de magia, intrigas políticas, personagens complexos e um toque de romance, essas histórias têm tudo para se tornarem fenômenos editoriais.

A começar pelo tão aguardado primeiro volume da série Shadow of the Leviathan do autor Robert Jackson Bennett. Vencedor do prêmio Hugo, O Cálice Contaminado (The Tainted Cup), publicado originalmente em 2024, foi lançado no país pela editora Aleph com tradução de Flávia de Lavor e 448 páginas, nas quais apresenta um mistério de assassinato que faz rodar as engrenagens de um império ameaçado por criaturas marinhas gigantescas.

Na mansão mais opulenta de Daretana, um oficial imperial morre de repente — aparentemente assassinado quando uma planta enorme floresce espontaneamente de seu corpo. Mesmo às margens do Império, onde as doenças contagiosas são abundantes e o sangue dos temíveis Leviatãs opera estranhas transformações mágicas, é uma morte ao mesmo tempo aterradora e impossível.

Chamada para investigar esse mistério entra em cena Ana Dolabra, uma investigadora cuja mente brilhante só é comparável às suas atitudes excêntricas. Ao seu lado está seu novo assistente, Dinios Kol, magicamente alterado para possuir uma memória perfeita. Seu trabalho é agir como os olhos e ouvidos de sua superior — literalmente, já que entre as peculiaridades de Ana estão sua insistência em usar uma venda nos olhos o tempo todo e sua recusa em sair dos muros de sua casa.

Conforme os dois se aprofundam no caso e começam a desvendar um plano que ameaça a segurança do próprio Império, Din percebe que mal começou a montar o quebra-cabeça que é Ana Dolabra — e se pergunta por quanto tempo conseguirá manter seus próprios segredos a salvo de seu intelecto penetrante.

Do mesmo autor do sucesso “O Livro das Portas” chega às livrarias pela editora Astral Cultural a fantasia única A Sociedade dos Objetos Mágicos (The Society of Unknowable Objects). O segundo livro de Gareth Brown, publicado originalmente em 2025, conta com tradução de Marcia Blasques e 320 páginas, nas quais apresenta uma história repleta de magia e mistério.

O mundo dos objetos mágicos — itens mágicos que a maioria das pessoas desconhece possuir poderes — esteve em silêncio por tempo demais…

Por quase um século, membros de uma sociedade secreta mantêm-se vigilantes, reunindo-se a cada seis meses no porão de uma livraria em Londres, com a missão de proteger seu arquivo de itens mágicos, escondido do mundo exterior, e manter o mundo a salvo deles.

Mas quando Frank Simpson, o membro mais antigo da Sociedade dos Objetos Mágicos, ouve falar de um novo artefato descoberto em Hong Kong, ele envia a mais nova integrante da sociedade, Magda Sparks, para investigar. Em pouco tempo, ela se vê perseguida por um inimigo implacável que parece saber tudo sobre os objetos e está determinado a possuir todos, custe o que custar.

Ao retornar a Londres, Magda começa a questionar tudo em que acreditava: o papel dos objetos mágicos, a verdadeira missão da Sociedade e até mesmo a história de sua própria família. Suas descobertas a levarão a uma jornada perigosa, através do Atlântico até o extremo sul dos Estados Unidos — não em busca de um objeto desconhecido, mas de uma pessoa desconhecida: o assassino que ela enfrentou pela primeira vez em Hong Kong. Ao fazer isso, Magda começa a entender que há ainda mais pessoas no mundo atrás desses itens mágicos, e que o legado de sua própria família está ligado a manter todos esses segredos ocultos.

Outra fantasia em volume único com um toque de Dark Academia lançada este mês é o mais recente livro da autora do best-seller The Sword of Kaigen, M. L. Wang. Sangue sobre Bright Haven (Blood Over Bright Haven), publicado originalmente em 2023, foi lançado no país pela editora Jangada com tradução de Jacqueline Damásio Valpassos e  456 páginas, nas quais apresenta uma história sombria e envolvente repleta de mistério, tragédia e os ecos condenatórios do passado.
 
Órfã desde os quatro anos de idade, Sciona sempre teve mais a provar do que seus colegas. Por vinte anos, ela dedicou cada momento de sua vida ao estudo da magia, impulsionada por um desejo insano de alcançar o impossível: ser a primeira mulher a ser aceita na Alta Magistratura da Universidade de Magia e Indústria. 

No entanto, quando finalmente conquista seu lugar na hierarquia e se torna uma alta maga, ela descobre que seus desafios estão apenas começando, pois seus novos colegas não medirão esforços para demonstrar que ela não é bem-vinda, começando por lhe designar o laboratório mais desprestigiado sob a assistência de Thomil, um funcionário tratado como invisível. O que ninguém suspeita é que Thomil, um antigo caçador nômade, guarda as cicatrizes de um povo dizimado e busca respostas sobre as forças que destruíram sua terra natal.

Unidos por uma aliança frágil, a maga e o forasteiro descobrem um segredo ancestral que ameaça o destino de toda a civilização, e pode mudar o curso da magia para sempre — se não os matar antes.

Há ainda o primeiro volume da trilogia A Cidade de Fantome da autora best-seller Catherine Doyle. A romantasia Adaga e Chama (The Dagger and the Flame), publicada originalmente em 2024, foi lançada no país pela editora Intrínseca com tradução de Helen Pandolfi e 368 páginas, nas quais apresenta uma fantasia eletrizante que une magia e romance, sobre dois membros de guildas rivais que precisarão escolher entre cumprir seu dever ou seguir seu coração.

Em Fantome, uma cidade ladeada por ruas de paralelepípedos mal iluminadas, arquitetura rica e catacumbas secretas, a Magia da Sombra é escassa e letal. Proveniente da raiz de uma complexa planta, a substância que possibilita a magia é controlada por duas guildas inimigas: os Adagas e os Mantos ― os assassinos e os ladrões.

Na noite do assassinato da mãe, Seraphine Marchant, uma jovem camponesa de dezessete anos, foge para sobreviver. Ao buscar abrigo no lar dos Mantos, a jovem está decidida a se vingar, mas nada é capaz de prepara-la para o encontro com Ransom Hale, herdeiro da Ordem dos Adagas e o provável assassino de sua mãe. No entanto, para a surpresa do Adaga, a garota possui uma estranha e poderosa habilidade que ele nunca viu.

Conforme os Adagas e os Mantos lutam para retomar o controle do submundo de Fantome em meio a crimes perversos e a desaparecimentos inexplicados, Sera e Ransom precisam lidar com o potencial de suas habilidades... e com a atração poderosa e a terrível busca por vingança que insiste em colocá-los um no caminho do outro.

Falando em romantasia, a editora Plataforma21 lança o primeiro livro da duologia jovem adulta da autora best-seller Caroline O’Donoghue. Skipshock, publicado originalmente em 2025, conta com tradução de Cristiane Maruyama e 392 páginas, nas quais apresenta uma história ambientada em um universo onde o tempo é a chave para o poder e o privilégio.

Margo é uma estudante problemática. Após a morte do pai, ela está a caminho de um novo internato em uma nova cidade. Moon é um vendedor ambulante. Ele ganha a vida viajando em uma rede de linhas de trem por uma série de mundos interligados, onde o tempo não é uma abstração filosófica, mas a moeda mais valiosa que existe. Eles nunca deveriam ter se conhecido. Mas quando Margo embarca no trem de Moon, seus destinos se entrelaçam de forma inexplicável.

Nos mundos do sul, os dias duram semanas. A juventude dura décadas. Os ricos compram tempo como quem compra sapatos. Nos mundos do norte, o tempo voa ― cruel, veloz, impiedoso. E os vendedores que cruzam essas fronteiras morrem jovens.

À medida que Margo transita entre mundos e seu apego a Moon se intensifica, ela sente sua juventude começar a escapar por entre os dedos. Margo não deveria estar ali. Mas agora já não dá mais para ela voltar.

Há ainda o novo lançamento da editora Intrínseca, uma fantasia com um toque de ficção histórica, realismo mágico e viagem no tempo sobre uma biblioteca mágica. O Livro das Horas Perdidas (The Book of Lost Hours) de Hayley Gelfuso, publicado originalmente em 2025, conta com tradução de Renato Marques e 448 páginas, nas quais apresenta uma história sobre o poder e a vulnerabilidade da memória, que acompanha duas mulheres transitando entre a América do pós-guerra e da Guerra Fria e o misterioso espaço-tempo, uma biblioteca repleta de livros que contêm as memórias daqueles que testemunharam a história.

Para além do espaço e do tempo, existe uma biblioteca enorme, repleta de livros que contêm as memórias de todas as pessoas que já viveram. Apenas alguns indivíduos conhecem esse lugar mágico, cuja única forma de acesso se dá por relógios especiais, e é ali que, em 1938, o pai de Lisavet Levy esconde a filha para tentar salvar a vida dela durante a Segunda Guerra Mundial. Embora prometa voltar em breve, o homem nunca mais retorna, o que faz com que a menina de onze anos fique presa na biblioteca, entre livros e fantasmas, destinada a conhecer o mundo apenas através das lembranças de outras pessoas.

À medida que cresce, Lisavet se dá conta de que agentes do governo vêm queimando alguns livros, de forma a definir quais memórias serão preservadas e quais serão apagadas de vez, enviesando a versão dos acontecimentos de acordo com seus interesses. Para resguardar o passado, ela decide então coletar os fragmentos restantes dessas existências que certas pessoas querem que sejam esquecidas. Até que, em meados dos anos 1940, encontra um espião americano chamado Ernest Duquesne, que lhe oferece um vislumbre do mundo que deixou para trás, lançando-a em uma jornada capaz de mudar não apenas o futuro de ambos, mas o curso da História.

Quase duas décadas depois, em 1965, a jovem Amelia Duquesne está de luto pela morte do tio quando uma agente da CIA pede sua ajuda para encontrar um estranho livro de memórias que Ernest vinha procurando. Mas quando a garota enfim visita a biblioteca mágica, percebe que o passado ― e a verdade ― podem não ser tão lineares quanto ela imaginava.

Numa mistura de fantasia e ficção científica chega às livrarias o primeiro livro da trilogia Entre a Terra e o Céu de Rebecca Roanhorse. Black Sun: A Convergência, publicado originalmente em 2020, foi lançado no país pela editora Morro Branco com tradução de Eveline Machado e 484 páginas, nas quais apresenta uma aventura épica, inspirada nas civilizações das Américas pré-colombianas, tecida em uma narrativa de profecias celestiais, magia proibida e personagens inesquecíveis. 

Na cidade sagrada de Tova, o solstício de inverno costuma ser um momento de celebração e renovação, mas este ano coincide com um eclipse solar, um raro evento celestial proibido pela Sacerdotisa do Sol como um desequilíbrio do mundo.

Ao mesmo tempo, um navio parte de uma cidade distante rumo a Tova, com chegada prevista para o solstício. A capitã do navio, Xiala, é uma Teek desonrada, cuja canção acalma as águas ao seu redor com a mesma facilidade com que distorce a mente de um homem. Seu navio transporta apenas um passageiro.
 
Descrito como inofensivo, o passageiro, Serapio, é um jovem cego, marcado por cicatrizes e envolto em destino. E, como Xiala bem sabe, quando um homem é descrito como inofensivo, geralmente acaba sendo um vilão.

Ficção científica em edições definitivas

A ficção científica também marca presença nos lançamentos de abril com três clássicos do gênero escritos por renomados autores. Com novos projetos gráficos e conteúdos extras, essas publicações convidam tanto leitores veteranos quanto iniciantes a revisitarem histórias que ajudaram a moldar o imaginário sobre o futuro, tecnologia e humanidade.

A editora Aleph presenteia os leitores com uma edição definitiva em capa dura com os Contos Completos de Arthur C. Clarke, um dos autores que definiram o gênero ao lado de personalidades como Isaac Asimov, Philip K. Dick, Robert A. Heinlein e H. G. Wells. Com tradução de Aline Storto Pereira e 984 páginas, a coletânea reúne mais de cem contos escritos por Arthur C. Clarke ao longo de sua carreira.
 
Ao longo de sua extensa carreira, Clarke transitou com brilho entre a ficção e a não ficção, explorando temas como a evolução da tecnologia, o futuro da humanidade e a vida fora da Terra. Esta edição oferece um panorama completo de sua produção literária e um mergulho único na evolução da ficção científica, revelando influências de outras obras do autor e sua maturação estilística ao longo dos anos.

Seu notável talento narrativo já se anunciava em “Viagem por um fio!” (1937), conto de estreia em que descreve com humor e engenhosidade as falhas técnicas de uma máquina de teletransporte. A partir daí, suas histórias passaram a ocupar espaços ainda pouco explorados pela ficção científica, como ocorreu com “Melhorias na vizinhança” (1999), primeiro conto do gênero a ser publicado na prestigiada revista britânica Nature. 
 
Ao longo da carreira, Sir Arthur C. Clarke reuniu narrativas que deixaram marcas profundas na cultura popular mundial; entre elas, “A Sentinela”, que serviu de base para o romance e o roteiro do aclamado filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”. 

Outro clássico lançado pela editora Aleph em uma edição em capa dura é o marco da ficção pós-apocalíptica, O Dia das Trífides (The Day of the Triffids) de John Wyndham, considerado o primeiro livro de sua época a antecipar um desastre em escala global. Numa mistura de ficção científica e horror, o livro, publicado originalmente em 1951, conta com tradução de Bráulio Tavares e 336 páginas, que apresenta um trágico vislumbre da vulnerabilidade do ser humano e das consequências do desequilíbrio ecológico, por meio de uma narrativa envolvente e assustadora.

Bill Masen acordou em seu leito de hospital, com os olhos vendados, e uma incômoda sensação de que algo estava muito errado. A quebra da rotina do lado de dentro. A manhã perturbadoramente silenciosa do lado de fora.

Ele ainda não sabe, mas seu destino, e o de todo o planeta, havia mudado para sempre após a chuva de luzes verdes que riscara o céu na noite anterior. Um espetáculo imperdível… que cegou quase todos os seres humanos da Terra.

Conturbada pela cegueira, por uma peste misteriosa, pela violência e pela fome iminentes, a humanidade tem ainda de enfrentar um flagelo de proporções catastróficas: a proliferação das trífides ― plantas enormes, venenosas e carnívoras que agora, com a ruína da civilização e o colapso da ordem social, tornam-se uma ameaça real e mortífera.

Cada vez mais cientes de que foram poupadas de um cataclismo universal, as poucas pessoas que conservaram a visão, bem como as cegas que resistiram, percebem que a vida como conheciam está prestes a desaparecer; que devem lutar para sobreviver em um mundo que se desfaz entre o desespero e a barbárie; e que têm diante de si o desafio de criar uma nova sociedade.

Do renomado autor Philip K. Dick chega às livrarias a nova edição em capa dura do clássico da ficção científica Os Clãs da Lua Alfa (Clans of the Alphane Moon). Numa mistura de sátira política, crítica social e aventura espacial, o livro, publicado originalmente em 1964, foi lançado no país pela editora Suma, com tradução de Bráulio Tavares e 264 páginas, nas quais apresenta um romance perturbador com alguns momentos cômicos.

Durante anos, uma lua isolada no sistema Alfa serviu como hospital psiquiátrico da Terra. Após uma guerra entre terrestres e alfanos, os pacientes ali internados são abandonados à própria sorte. Com o tempo, organizam-se em clãs, cada qual orientado por um transtorno mental específico, criando uma sociedade regida por regras próprias, em equilíbrio sempre precário.

Duas décadas depois, a Terra decide retomar o controle da lua. Depressivos, esquizofrênicos, paranoicos e maníacos, que convivem em relações delicadas e frequentemente conflituosas, unem-se para resistir ao que percebem como uma tentativa inaceitável de submissão.

Paralelamente, na Terra, acompanhamos a trajetória de Chuck Rittersdorf, funcionário da CIA cuja vida pessoal entra em colapso após a separação de Mary, psicóloga especialista em aconselhamento conjugal. Quando Mary se torna peça central da expedição à lua Alfa, Chuck vê uma oportunidade de se vingar.


Ambientada no mesmo universo dos best-seller A Mão Esquerda da Escuridão e Os Despossuídos da renomada autora Ursula K. Le Guin, a editora Morro Branco lança a coletânea Os Cinco Caminhos para o Perdão (Five Ways to Forgiveness), que reúne, pela primeira vez, o ciclo completo de cinco contos interligados da aclamada série Hainish. O livro publicado originalmente em 2017 conta com tradução de Vanessa Schreiner e 368 páginas, nas quais acompanhamos colônias humanas em um futuro distante, vivendo em um sistema solar remoto.

ELES CONQUISTARAM A LIBERDADE, MAS NÃO O DIREITO DE ESQUECER.

Nos planetas gêmeos Werel e Yeowe, a escravidão chegou ao fim, mas seu legado persiste na memória, no corpo e na lei. No rastro da revolução, Ursula K. Le Guin entrelaça cinco histórias íntimas sobre cura, identidade e o longo caminho rumo à libertação.

Por meio de exilados, diplomatas, rebeldes e sobreviventes, esses contos revelam o trabalho silencioso, e muitas vezes doloroso, de reconstruir uma vida e um mundo depois da servidão.

Um mistério de tirar o fôlego

Para os fãs de suspense, abril reserva uma trama intensa que promete prender o leitor da primeira à última página. Com reviravoltas inteligentes e um ritmo acelerado, o novo título do gênero surge como forte candidato a favorito entre leitores que buscam adrenalina literária.

Após sucesso de O Clube do Crime das Quintas-Feiras, o autor best-seller Richard Osman traz uma dupla de detetives improvável para resolver uma série de crimes ao redor do mundo. O Nosso Negócio é Crime (We Solve Murders) é o primeiro volume da série, publicado originalmente em 2024, tendo sido lançado no país pela editora Intrínseca, com tradução de Jaime Biaggio e 336 páginas.

Steve Wheeler foi policial por 25 anos e agora está aproveitando a tão merecida aposentadoria no pacato vilarejo de Axley. Ele até aceita fazer algumas investigações para resolver uma extorsão aqui, um sumiço de cachorro ali, mas o que aprecia mesmo são seus queridos hábitos e rotinas: o quiz toda quarta no pub, seu banco favorito perto do lago, seu gatinho à espera em casa… Os dias de aventura ficaram no passado. Hoje em dia, é a nora, Amy, quem ganha a vida imersa na adrenalina.

Amy Wheeler realmente acredita que a adrenalina faz bem para a alma. Ao contrário do sogro, ela não finca raízes por tempo o suficiente em lugar algum para estabelecer hábitos ou rotinas. No momento, por exemplo, Amy está em uma ilha particular fazendo a segurança de Rosie D’Antonio, autora de suspenses mundialmente famosa, o que tem tudo para ser um trabalho bem tranquilo.

Ao se deparar com um cadáver, uma bolsa cheia de dinheiro e um assassino persistente, no entanto, Amy se vê obrigada a acabar com a vida mansa de Steve e convocá-lo para entrar em ação. É aí que o sogro relutante e a nora corajosa formam uma nova dupla icônica ― e improvável ― de detetives que embarcam em uma verdadeira volta ao mundo para combater o crime. Mas será que eles conseguirão ser mais espertos que um inimigo mortal?

Clássicos infantis ganham edições de luxo

O público infantil (e os nostálgicos de plantão) também é contemplado com duas novas edições de luxo de clássicos adorados da literatura infantil. Com capa dura, cerca de 200 páginas, ilustrações inéditas e traduções revisadas de Flora Pinheiro e Carla Bitelli, essas versões são ideais tanto para presentear quanto para colecionar.

O premiado estúdio de design MinaLima, reimagina de forma criativa o amado conto de fadas francês de 1740 A Bela e a Fera de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve, e o famoso clássico da literatura infantil de 1911 Peter Pan de J. M. Barrie, em edições especiais lançadas pela editora HarperCollins, acompanhadas de deslumbrantes ilustrações e elementos interativos em 3D.
Novo box da Terra Média chega às livrarias

Fechando a lista com chave de ouro, um novo box ambientado no universo da Terra Média chega às livrarias como item indispensável para fãs de fantasia épica. Com design caprichado, capa dura, tradução de Ronald Kyrmse e Reinaldo José Lopes, e ilustrações coloridas inéditas do famoso ilustrador Alan Lee, a coleção reúne três obras fundamentais em uma edição que valoriza tanto o conteúdo quanto a experiência visual.

O box Os Grandes Contos dos Dias Antigos, lançado pela editora HarperCollins, reúne as obras Os Filhos de Húrin, Beren e Lúthien e A Queda de Gondolin. Completando a longa trajetória de Christopher Tolkien como editor e curador dos manuscritos de seu pai, J.R.R. Tolkien.

Mangás famosos ganham novos volumes aguardados

Os fãs de cultura pop japonesa têm bons motivos para comemorar, pois as editoras JBC e Panini lançam em abril seis mangás de enorme sucesso mundial. Entre continuações eletrizantes e arcos decisivos, estão a décima oitava edição em formato wideban de Inu-Yasha de Rumiko Takahashi, o volume cinco de Meu Casamento Feliz de Kousaka Rito, o volume oito de O Homem de Gelo e sua Fria Colega de Trabalho de Tonogaya Miyuki e o décimo sexto volume de Spy x Family de Tatsuya Endou. Assim como o volume um de A Noiva do Clã Kyogame de Anju Hino e o primeiro volume de Dragon Quest - The Adventure of Dai de Riku Sanjo e Koji Inada.

Assim, esses são os lançamentos do mês que mais me chamaram a atenção. Mas e você, quais são os lançamentos que está mais ansioso para ler? Me conta nos comentários.

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