Como sempre, o último dia do mês é reservado aos melhores, mais interessantes e mais populares lançamentos que chegaram às livrarias, e em breve as nossas prateleiras.


Entre eles novas edições de séries best-sellers, mistérios envolventes, emocionantes space operas, reposições e lançamentos de famosos mangás, uma adorável graphic novel,  e a nova edição de luxo de um clássico atemporal. Assim como uma enciclopédia de fadas e romance, o primeiro volume de uma série de fantasia com espiões, e o desfecho de aclamadas séries. Lembrando que todos esses livros estão disponíveis em versão física e digital na Amazon.

Sem mais demora, vamos a lista.

Em setembro a editora Alta Novel lança o primeiro volume da mais nova duologia da autora best-seller de Prazeres Violentos, Chloe Gong. “A Dama do Destino”, publicado originalmente em 2023, conta com tradução de Beatriz Guterman e 544 páginas, nas quais acompanhamos uma dupla de espiões incompatíveis se passando por um casal a fim de investigar uma série de assassinatos brutais na década de 1930 em Xangai.


Quatro anos atrás, Rosalind Lang estava à beira da morte e foi trazida de volta à vida, mas o estranho experimento que a salvou também a impede de dormir e envelhecer ― e permite que ela se cure de qualquer ferida, ou seja, Rosalind se tornou imortal. 

Agora, desesperada por redenção de seu passado como traidora, ela assume o codinome “Destino”, e usa suas habilidades como assassina a serviço de seu país. 



Seguindo no reino da fantasia, a editora Planeta Minotauro lança “Enciclopédia das Fadas de Emily Wilde” de Heather Fawcett. Uma viagem encantadora pelo mundo das fadas com um toque de romance, publicada originalmente em 2023, que conta com a tradução de Petê Rissatti e 304 páginas.

Considerada uma pesquisadora meticulosa, o grande projeto de vida de Emily Wilde é escrever a primeira enciclopédia sobre as fadas. No entanto, ela não é muito boa em lidar com pessoas, preferindo mil vezes a companhia de seus livros e de seu cachorro.

Para que seu projeto se torne realidade, ela parte em busca dos Ocultos – a espécie mais rara de fadas que existe. Contudo, ao chegar no bosque remoto onde elas vivem, encontra Wendell Bambleby, seu maior rival acadêmico. Agora, Emily tem que descobrir onde estão os Ocultos antes de seu adversário, e talvez desvendar um mistério ainda maior. Quem é Wendell Bambleby e o que ele realmente quer?

Enquanto isso, a editora Intrínseca lançou “O Cálice dos Deuses”, o mais novo livro da série “Percy Jackson e Os Olimpianos” de Rick Riordan, que conta com 272 páginas e tradução de Regiane Winarski. Além disso a editora também lançou novas edições dos cinco livros do adorado semideus com um novo design de capa criado pela premiada ilustradora Victo Ngai.


Depois de salvar o mundo inúmeras vezes de monstros, titãs, gigantes e outras criaturas aterrorizantes, tudo que Percy deseja é que seu último ano no ensino médio seja tranquilo. Infelizmente, os deuses têm outros planos para o jovem herói. Se ele quiser mesmo entrar na universidade, terá que cumprir três missões para conquistar três cartas de recomendação vindas diretamente do Monte Olimpo.

Falando em capas, a série “Jogos de Herança” de Jennifer Lynn Barnes ganhou um box com os livros da trilogia principal e sobrecapas com a arte das belíssimas capas originais. Além disso, a editora Alt também lançou “Os Irmãos Hawthorne”, o quarto volume dessa saga eletrizante, repleta de enigmas e mistérios, que conta com tradução de Carolina Cândido e 522 páginas.


Grayson Hawthorne foi criado como provável sucessor de seu avô bilionário e ensinado desde o berço a colocar a família em primeiro lugar. Quando suas meias-irmãs passam a correr perigo, ele surge para resolver o problema de maneira eficiente e impiedosa, mas sem se envolver emocionalmente.

Jameson Hawthorne gosta de correr riscos e perseguir emoções, é um grande jogador. Quando seu pai misterioso aparece e pede um favor, Jameson não consegue resistir ao desafio. Ele terá que se infiltrar no clube de apostas mais exclusivo e secreto de Londres, e vencer um jogo de alto risco.

Envolvidos em jogos perigosos em diferentes lugares do mundo, Grayson e Jameson ― com ajuda de seus irmãos e da garota que ganhou a fortuna de seu avô ― devem olhar mais fundo para decidir quem desejam ser e o que cada um está disposto a sacrificar pela vitória.

Na trilha do mistério e do suspense, a editora HarperCollins Brasil lançou mais uma edição do seu “Clube do Crime”, coleção que resgata clássicos inéditos ou pouco conhecidos de suspense e mistério. “Um Corpo na Banheira” (Whose Body?), publicado originalmente em 1923, conta com tradução de Erico Assis, capa dura, e 240 páginas, nas quais apresenta o romance de estreia de Dorothy L. Sayersuma das grandes rainhas da Era de Ouro da Literatura Policial.

Quando um arquiteto encontra um corpo na banheira do próprio apartamento, não há ninguém mais curioso ― e capaz de investigar o caso ― do que Lorde Peter Wimsey, um veterano de guerra afetado pelo seu tempo em combate que tem fascínio a respeito da resolução de crimes.

Mas quando o desaparecimento de um financista vem à tona, todos creem que ambos os casos estão interligados, mas em sua investigação, Lorde Peter talvez seja levado a certas figuras notáveis da vizinhança. Agora, ao lado do inspetor Charles Parker, eles estão prontos para expor a verdade.


Continuando com os clássicos, a editora Zahar lançou a edição bolso de luxo de uma das histórias mais amadas da literatura mundial, “Mulherzinhas” de Louisa May Alcott. Como parte da coleção Clássicos Zahar, o livro conta com tradução e prefácio de Bruno Gambarotto, capa dura e 800 páginas, nas quais apresenta a jornada de formação das irmãs March.

Esta é uma obra “simples e verdadeira”, nas palavras da autora, que usou como inspiração para esta história sua própria experiência vivendo com sua família na pobreza, na Nova Inglaterra do século XIX. Assim, do primeiro Natal sem o pai, que luta na Guerra Civil pela União, até a vida adulta, acompanhamos Meg, Jo, Beth e Amy March em suas conquistas, angústias, alegrias e desgostos.

Publicado em 1868, Mulherzinhas foi pioneiro ao retratar meninas e jovens mulheres corajosas, cheias de vida e com ideias próprias. Com sensibilidade e graça, mostra a força que um ambiente familiar saudável e sem falsos moralismos exerce no diálogo e na defesa de valores, como igualdade de gênero, liberdade de pensamento, dignidade e amor.

A editora Verus também lançou em setembro “O Guardião das Coisas Perdidas” de Ruth Hogan, um romance encantador que explora as promessas que fazemos e quebramos, os objetos que trazem magia e significado para a nossa vida e as conexões surpreendentes que nos unem. O livro, publicado originalmente em 2018, conta com tradução de Ana Rodrigues e 294 páginas.

Anthony Peardew é o guardião das coisas perdidas. Quarenta anos atrás, ele perdeu um presente de sua amada noiva, Therese. Naquele mesmo dia, ela morreu. Com o coração partido, Anthony buscou consolo resgatando objetos perdidos, e escrevendo histórias sobre eles.

Agora, no crepúsculo de sua vida, Anthony sente que não cumpriu totalmente o dever de reconciliar todas as coisas perdidas com seus donos. À medida que o fim se aproxima, ele lega a missão de sua vida à sua assistente desavisada, Laura, deixando para ela sua casa e todos os tesouros ali contidos ― incluindo um fantasma irritável.

Deixando um pouco a fantasia, o romance, o mistério e os clássicos de lado vamos focar um pouco na ficção científica, pois a editora Aleph, finalmente, lançou a segunda trilogia da série “Guerra do Velho”, formada por seis títulos escritos pelo premiado autor John Scalzi. O box traz os três últimos volumes, com tradução de Adriano Scandolara e ilustração de Sparth, que narram uma história épica, repleta de personagens cativantes, disputas intergalácticas e uma boa dose de humor.



Acompanhando a história sob ponto de vista de Zoë Boutin, no auge de seus dezessete anos, somos levados novamente ao universo da aclamada série “Guerra do Velho” em O Conto de Zoe, no qual nossa protagonista fica empolgada de se mudar do pacato planeta Huckleberry para a nova colônia de Roanoke ― sem saber que seria a última colônia da humanidade.

Os humanos da Terra já não aceitam ficar tecnológica e militarmente atrasados em troca da proteção da União Colonial. E o Conclave, entidade que reúne mais de quatrocentas raças alienígenas, mal pode esperar para conquistar mais um aliado. Resgatando um dos personagens mais queridos de “Guerra do Velho”, Harry Wilson, A Humanidade Dividida aprofunda o universo da série em treze histórias que podem ser lidas de maneira independente, sem jamais perder o humor característico de John Scalzi.

O poder do Conclave continua grande, mas disputas internas ameaçam sua integridade. E, para completar, parece haver uma terceira e misteriosa força orquestrando o desaparecimento de algumas naves. As quatro novelas que compõem O Fim de Todas as Coisas narram a busca por quem está sabotando as maiores organizações políticas do universo e finalizam, de forma magistral, a série Guerra do Velho.

Outra série sci-fi que chega ao fim é a aclamada “Wayfarers” da autora best-seller Becky Chambers, como o seu quarto e último volume sendo lançado em setembro pela editora Darkside. “Uma Galáxia Multicor e os Confins do Universo” (The Galaxy, and the Ground Within), publicado originalmente em 2021, conta com tradução de Flora Pinheiro, capa dura, e 304 páginas.

O pitoresco planeta Gora é o lugar onde viajantes de diversas origens convergem em sua última parada antes de explorarem os confins do espaço.
No entanto, uma inesperada interrupção no tráfego espacial obriga um grupo de pessoas a conviver em uma estação de descanso, na qual terão que lidar com suas diferenças culturais..

Sob os cuidados de Ouloo, uma alienígena empreendedora, os personagens são compelidos a confrontar seu passado, suas possibilidades futuras e o elo que surge entre eles. Apesar de suas diferenças, eles encontram apoio uns nos outros e nos mostram como a compreensão transcende até mesmo as fronteiras interplanetárias.

Numa galáxia distante, a editora Universo Geek lançou o primeiro volume da trilogia escrita pela autora best-seller E. K. Johnston, que acompanha o início da trajetória de Padmé Amidala, mãe de Leia e Luke Skywalker. “Star Wars: A Sombra da Rainha” (Queen’s Shadow), publicado originalmente em 2019, conta com tradução de Felipe CF Vieira e 304 páginas.

Quando Padmé Amidala entrega o cargo de rainha de Naboo, a nova rainha eleita lhe pede que continue a serviço de seu povo – desta vez, no Senado Galáctico. Padmé não sabe o quanto esse novo papel exigirá dela, mas graças a Sabé – sua melhor amiga e dublê –, ela pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. 

Assim, enquanto Sabé embarca em uma missão que significa muito para Padmé, a senadora Amidala, junto às suas leais damas de companhia, precisa navegar pela política traiçoeira, adaptar-se aos cenários em mudança constante e forjar uma nova identidade que vá além da sombra da rainha.





Já quanto aos mangás, a editora JBC lançou as reposições dos mangás “Fullmetal Alchemist”, “Death Note”, “Card Captor Sakura” e “Hunter x Hunter”, assim como a oitava edição em formato wideban de “Inu-Yasha” de Rumiko Takahashi. Enquanto que a editora Panini lançou este mês a reposição de “Atelier of Witch Hat”, o volume dezenove de “Komi não consegue se comunicar” de Tomohito Oda, e a mais nova edição da Graphic MSP, “Jeremias: Estrela” de Rafael Calça e Jefferson Costa.

Assim, esses são os lançamentos do mês que mais me chamaram a atenção. M
as e você, quais são os lançamentos que está mais ansioso para ler? Me conta nos comentários.

Chegou a hora de virar mais uma página e refletir sobre as leituras e dilemas de agosto, um mês marcado por releituras, muitos mangás, alguns eBooks, uma gripe alérgica, um pouco de ansiedade, óculos novos e uma onda de calor em pleno inverno. 

Devo admitir que o meu plano mirabolante para colocar minhas metas em dia acabou não dando muito certo, portanto sigo atrasada com algumas metas, mas não todas. No entanto cheguei à conclusão de que não vale a pena me estressar mais com isso, assim vou simplesmente mergulhar nas minhas leituras, que no momento tem sido uma excelente fonte de conforto e alegria para mim.

Falando nisso, em agosto consegui concluir onze leituras, entre elas um livro da minha estante física e dois eBooks da minha estante digital, o que teria diminuído um pouco a minha TBR se eu tivesse resistido ao Saldão de Livros da Amazon e não tivesse comprado cinco eBooks para o meu projeto Star Wars e mais um livro que esteve durante muito tempo fora de estoque. Mas pelo menos eu consegui resistir aos lançamentos do mês e sigo lendo apenas os livros mais antigos da TBR, que é uma das minhas metas deste ano.

Sem mais demora, vamos as leituras de agosto!

Como estava com uma certa dificuldade em enxergar no início de agosto, optei por fazer minhas leituras no Kindle, pois é possível aumentar a fonte. Assim comecei o mês com o meu nono eBook do Kindle, Auguste Dupin - o Primeiro Detetive do mestre Edgar Allan Poe. Uma coletânea de três contos repletos de suspense e mistério, que me fizeram lembrar um pouco de Sherlock Holmes. Embora esse não tenha sido o meu primeiro contato com Dupin, pois já tinha lido suas histórias em uma outra edição, eu adorei a leitura e sigo fã do autor.

Logo depois li os volumes sete a quatorze de um dos meus mangás preferidos, Psychic Detective Yakumo de Suzuka Oda, concluindo a série, com um desfecho emocionante e um pouco triste, com direito a perseguições alucinantes, uma batalha brutal, segredos revelados, despedidas emocionantes e reencontros marcantes.

Depois de finalizar a minha maratona de mangás decidi ler o meu décimo eBook do Kindle, The Rest of Us Just Live Here de Patrick Ness. Uma leitura, em inglês, com uma premissa interessante, que acabou sendo mais sombria do que eu esperava, além disso os personagens não conseguiram me conquistar.

Terminei o mês com a leitura do meu décimo quarto livro do projeto “Zero TBR” e o sexto volume de uma das minhas séries policiais preferidas, O Cachorro Amarelo de Georges Simenon. Com uma narrativa atmosférica e envolvente, o livro mostra o Comissário Maigret desvendando um novo mistério, desta vez na Inglaterra.

Resumindo, agosto foi mais um longo mês, que passou se arrastando em meio a 37°C e 2.060 páginas repletas de mistério, suspense, horror, e muita emoção. Até que este não foi um mês tão ruim em questão de leituras, além disso estou animada com a chegada de setembro, da primavera, e de algumas das minhas maratonas preferidas.

Mas, como foi o seu mês? Alguma leitura interessante? Eu adoraria ouvir mais sobre isso nos comentários!
Chegou o momento tão esperado de conferirmos os melhores, mais interessantes e mais populares lançamentos que chegaram às livrarias em agosto.


Entre eles o primeiro volume de uma premiada fantasia histórica steampunk, uma emocionante história que mistura suspense e ficção científica, uma fascinante distopia sobre o poder das memórias, um thriller eletrizante, um mistério envolvente, quatro famosos mangás, e as novas edições de dois renomados clássicos da ficção científica. Lembrando que todos esses livros estão disponíveis em versão física e digital na Amazon.

Sem mais demora, vamos a lista.

Em agosto a editora Suma lançou a fantasia steampunk “Mestre dos Djinns” (A Master of Djinn) do autor P. Djèlí Clark. Vencedor dos prêmios Nebula e Locus, o primeiro volume da série “Dead Djinn Universe”, publicado originalmente em 2021, conta com tradução de Solaine Chioro e 352 páginas, que narram a história da agente Fatma, que atravessa um Egito repleto de seres fantásticos para desvendar um assassinato.

Cairo, 1912. Após um assassinato envolvendo os membros da Sociedade Hermética de Al-Jahiz, a agente Fatma el-Sha’arawi, a mais jovem mulher a trabalhar para o Ministério de Alquimia, Encantamentos e Entidades Sobrenaturais, é convocada para investigar o caso.

Quarenta anos antes, Al-Jahiz abriu o véu que isolava o mundo mágico trazendo os djinns, ou gênios, para a realidade e desapareceu sem deixar vestígios. Agora, ele está de volta para punir a sociedade moderna por suas injustiças sociais, e cabe a Fatma impedi-lo, se é que ele é mesmo quem diz ser.

Já a editora Aleph lançou um box com duas das histórias curtas mais emblemáticas do mestre da ficção científica, Isaac Asimov. “O Homem Bicentenário” (The Bicentennial Man), publicado originalmente em 1976, e “O Cair da Noite” (Nightfall), publicado originalmente em 1941, contam com tradução de Aline Storto Pereira, capa dura com ilustrações de Paula Cruz, assim como 160 e 144 páginas, respectivamente.

Vencedor dos Prêmios Hugo e Nebula, “O Homem Bicentenário” narra a história de Andrew Martin, um robô que passou mais de um século tentando encontrar a própria identidade, até que ele procura um cirurgião para realizar um procedimento sem precedentes. A partir daí começamos a acompanhar o desenvolvimento de sua criatividade e a mudança de sua relação com os seres humanos.


Já em “O Cair da Noite”, acompanhamos o planeta Lagash às vésperas da primeira noite de sua história recente. Em menos de 24 horas tudo o que esse mundo conhece vai mudar, e a expectativa de que a escuridão traga com ela o caos acirra os ânimos de todos, e levanta questões sobre como será aquele mundo sem a luz do dia.

Falando em ficção científica, a editora Intrínseca lançou o mais novo livro do autor best-seller Blake Crouch, além de ter relançado “Matéria Escura” e “Recursão” em capa comum. “Upgrade”, publicado originalmente em 2022, conta com tradução de Ulisses Teixeira e 304 páginas, nas quais tecnologia e ciência se confundem em uma guerra silenciosa que colocará em risco a vida de todos os seres humanos.

Ao entrar em um laboratório clandestino à procura de provas de um crime, o agente Logan Ramsay se torna vítima de uma explosão. Infectado com um vírus capaz de modificar sua estrutura genética, Logan começa a enxergar o mundo de forma diferente.

Algo revolucionário está em curso. Algo capaz de mudar a própria definição de humanidade e trazer consequências devastadoras caso caia nas mãos erradas, e Logan é a única pessoa que pode deter a catástrofe iminente e impedir a morte de milhões de pessoas.


Também nesse mês a Estação Liberdade lançou a distopia “A Polícia da Memória” (The Memory Police) da autora Yoko Ogawa. Finalista do International Booker Prize 2020 e do National Book Awards 2019, traduzido em diversos idiomas, o livro, publicado originalmente em 1994, conta com tradução de Andrei Cunha e 320 páginas, que conduzem o leitor ao mundo das memórias perdidas.

Numa ilha, objetos começam a desaparecer, primeiro chapéus, depois pássaros e rosas, até que a situação se agrava, e famílias inteiras somem sem deixar traços. No entanto, os habitantes parecem nem notar, pois as recordações também já se foram, além disso eles vivem receosos da polícia da memória, entidade que assegura que o que desaparece permanece esquecido.

Quando uma escritora descobre que o seu editor está em perigo, ela decide escondê-lo. À medida que o medo se aproxima, eles se agarram à escrita como um modo de manter intactos os resquícios da história. Mas não é fácil, já que não podem contar sequer com a própria memória.

Deixando um pouco a fantasia e a ficção científica de lado vamos focar no crime, pois a editora Alta Novel lançou “O Hospede Noturno” (The Overnight Guest) da autora best-seller Heather Gudenkauf. O thriller, publicado originalmente em 2022, conta com tradução de Robson Falcheti e 336 páginas, nas quais uma mulher recebe um visitante inesperado durante uma tempestade de neve implacável.

Um fogo aconchegante, silêncio completo. Seria perfeito, não fosse o fato de que décadas antes, nesta mesma casa, duas pessoas terem sido assassinadas a sangue frio e uma menina ter desaparecido sem deixar vestígios. Mas isso não é tão ruim para Wylie Lark, que está à procura de uma nova história para o seu livro.

Porém, à medida que a tempestade piora, Wylie se vê presa dentro de casa, assombrada pelos segredos contidos em suas paredes e por seus próprios segredos. Logo fica claro que a casa não é tão isolada quanto ela pensava, e alguém está disposto a fazer qualquer coisa para encontrá-la.

Enquanto isso, a editora HarperCollins Brasil lançou a nova edição de mais um clássico do mistério escrito pela dama do crime, Agatha Christie. “Hora Zero” (Towards Zero), publicado originalmente em 1944, conta com tradução de Marcel Novaes, capa dura e 224 páginas, nas quais Lady Tressilian abre as portas da mansão Bico da Gaivota para receber um grupo seleto de convidados para um jantar, entre eles o Superintendente Battle.

O objetivo da reunião, solicitada pela estrela do tênis Neville Strange, é fazer com que a atual esposa dele, Audrey, e sua ex-esposa, Kay, se reconciliem. Mas, ao que parece, mais alguém tem um objetivo a alcançar nesta noite: não apenas assassinar um dos convidados de Lady Tressilian, como a própria anfitriã.

Em sua última aparição, o Superintendente Battle se junta ao sobrinho, o Inspetor James Leach, para investigar um caso nebuloso que envolve um ciúme intenso, um crime brutal que parece apontar de modo óbvio demais para o principal suspeito e uma resolução inusitada.

Seguindo a onda de crime, mistério e intrigas, a editora Galera lançou o terceiro volume da série “Um de Nós” da autora best-seller Karen M. McManus. “Um de Nós está de volta” (One of Us is Back), publicado originalmente em julho de 2023, conta com tradução de Luara França e 416 páginas, que provam que Simon sempre esteve certo sobre segredos: eles sempre vêm à tona, de um jeito ou de outro.

Depois de serem inocentados das acusações sobre a morte de Simon, e de encararem um imitador no perigoso jogo de Verdade ou Consequência, a Galera de Bayview está ansiosa pelas férias de verão.

Entretanto, quando um outdoor digital exibe a mensagem “Hora de um novo jogo, Bayview”, o grupo teme que a história esteja prestes a se repetir, principalmente quando um deles desaparece. Frustrados pelo fraco envolvimento da polícia, amigos, parceiros e aliados inesperados se juntam para enfrentar a nova ameaça, já que em Bayview nada nunca é o que parece ser e as coisas costumam piorar muito antes de melhorar.

Já quanto aos mangás, a editora Panini lançou este mês o decimo primeiro volume da aclamada série “Spy X Family” de Tatsuya Endou, assim como o volume dezoito de “Komi não Consegue se Comunicar” de Tomohito Oda, e o volume oito de “Frieren e a Jornada para o Além” de Kanehito Yamada. Enquanto que a JBC lançou a primeira edição em formato big de “Yona – A Princesa do Alvorecer” de Mizuho Kusanagi. 

Assim, esses são os lançamentos do mês que mais me chamaram a atenção. M
as e você, quais são os lançamentos que está mais ansioso para ler? Me conta nos comentários.

Chegamos, oficialmente, ao meio do ano, e me dei conta de que estou bem atrasada com as metas e objetivos que estabeleci no início de 2023. Mas ainda está em tempo de mudar isso. 


No mês de julho eu, infelizmente, precisei de um tempo para cuidar da minha saúde física e mental, o que prejudicou um pouco o meu ritmo de leitura e de postagens, e me levou a analisar e reavaliar as minhas metas e objetivos e criar um plano mirabolante para coloca-las em dia nos próximos meses. 

Apesar de tudo isso, o mês não foi de todo ruim, pois graças a maratona Mid-Year Reading Scramble, consegui concluir quatro livros, que estavam na minha lista de leitura a um bom tempo. Já quanto ao meu projeto “Zero TBR”, segue bem lentamente. Sendo que, neste mês tirei apenas um livro da minha estante física e dois eBooks da minha estante digital. No entanto, embora tenha conseguido resistir aos lançamentos do mês, acabei adquirido dois volumes do mangá “Fullmetal Alchemist” durante a Prime Day da Amazon.

Sem mais demora, vamos as leituras de julho!

Mid-Year Reading Scramble

Com o objetivo de motivar os leitores a colocar sua meta de leitura em dia, a terceira edição da Mid-Year Reading Scramble, criada pela booktuber TheWordN3rd, oferece aos leitores três caminhos a seguir, focar na sua TBR física, na sua meta de leitura no Goodreads, ou na pilha de livros que você começou a ler e deixou de lado por algum motivo. Depois de fazer sua escolha você terá quatro desafios para cumprir, o que achei curioso, pois naquele momento estava quatro livros atrasada na minha meta de leitura no Goodreads. Uma das razões pelas quais decidi escolher esse caminho, e ficar em dia com a minha meta.

Assim, comecei o mês finalizando a leitura do meu sétimo eBook do kindle, o
segundo volume da série infanto-juvenil “EntreMundos”, criada pelos autores best-sellers Neil Gaiman e Michael Reaves, mas escrita por Michael e Mallory Reaves. Assumindo um tom mais sombrio, Sonho de Prata provou ser uma sequência sólida, apesar da ausência de Neil Gaiman na escrita. Com uma narrativa envolvente, o livro faz um bom trabalho na construção de mundo e na sua expansão, sem falar nas cenas de ação cheia de adrenalina e no enredo repleto de reviravoltas surpreendentes.

Logo depois peguei emprestado o livro infanto-juvenil Quem poderia ser a uma hora dessas? de um dos meus autores preferidos, Lemony Snicket. O primeiro volume de uma história divertida e envolvente sobre os primeiros mistérios desvendados pelo jovem Snicket. Em seguida li o meu oitavo eBook do kindle, Ladrão de Olhos de Jonathan Auxier, uma história infanto-juvenil sombria, encantadora, e carregada de emoção sobre as aventuras de Peter Nimble, um garoto órfão e cego, que se torna um dos maiores heróis que já existiu.

Terminei o mês com a leitura do meu décimo terceiro livro do projeto “Zero TBR” e um dos mais antigos da minha estante, O Oceano no Fim do Caminho de mais um dos meus autores preferidos, Neil Gaiman. O livro conta com uma narrativa envolvente e uma história fascinante, porém, bem mais sombria e melancólica do que eu esperava. Admito, que esse não é um dos meus livros preferidos do autor, mas ainda assim gostei da leitura.

Resumindo, julho foi um longo mês, que passou bem devagar em meio a 788 páginas repletas de mistério, aventura, dimensões paralelas, viagens pelo tempo, e muita emoção. E, embora, não tenha lido tanto quanto pretendia, estou satisfeita com as minhas leituras, pois elas serviram ao seu propósito, o de trazer um pouco de conforto a minha alma cansada.

Mas, como foi o seu mês? Espero que melhor do que o meu. Alguma leitura interessante? Eu adoraria ouvir mais sobre isso nos comentários!
Chegou o momento tão esperado de conferirmos os melhores, mais interessantes e mais populares lançamentos que chegaram às livrarias em julho.


Entre eles o primeiro volume de uma duologia encantadora inspirada na mitologia chinesa, uma emocionante história que mistura ficção história e fantasia, uma fascinante distopia, um thriller eletrizante, um mistério envolvente, dois famosos mangás, uma adorável graphic novel, e as novas edições de três amados clássicos da literatura nacional e internacional. Lembrando que todos esses livros estão disponíveis em versão física e digital na Amazon.

Sem mais demora, vamos a lista.

Em julho, a editora Alta Novel lançou o primeiro volume de uma cativante fantasia inspirada na mitologia chinesa. Livro de estreia da autora Sue Lynn Tan, “A Filha da Deusa da Lua” (Daughter of the Moon Goddess), publicado originalmente em janeiro de 2022, conta com 512 páginas, tradução de Rafael Surgek, e uma belíssima arte de capa.

Uma fantasia cativante e romântica inspirada na lenda da deusa chinesa da lua, Chang’e, na qual a busca de uma jovem para libertar sua mãe a coloca contra o imortal mais poderoso do reino, fazendo-a trilhar um caminho perigoso no qual aqueles que ela ama não são os únicos em risco…

A Filha da Deusa da Lua é o primeiro volume de uma duologia encantadora que entrelaça a antiga mitologia chinesa em uma aventura arrebatadora de imortais e magia, de perda e sacrifício, na qual o amor compete com a honra, os sonhos são repletos de traição e a esperança emerge triunfante.

Continuando com as séries, a editora Alta Novel também lançou o livro de estreia da autora Shelley Parker-Chan. Com 416 páginas e tradução de Ana Beatriz Omuro, “Ela se tornou o Sol” (She Who Became the Sun), publicado originalmente em julho de 2021, narra uma história emocionante sobre ascensão ao poder, destino, traições e os sangrentos começos e finais de dinastias, numa mistura de ficção história e fantasia.

Em 1345, a China sofre sob o domínio mongol. Para os camponeses de um vilarejo assolado pela fome numa planície amarelada e poeirenta, a grandeza é algo que só se encontra em histórias. Até que Zhu Chongba, o oitavo filho da família Zhu, recebe um destino de grandeza, enquanto que a 
sagaz e habilidosa segunda filha recebe um destino vazio.

Mas, quando as duas crianças se tornam órfãs, é Zhu Chongba quem sucumbe à dor e morre. Desesperada, a garota usa a identidade do irmão para viver num monastério, onde ela aprende que é capaz de fazer o que for preciso para continuar escondida de seu destino, e talvez conquistar a grandeza destinada ao irmão.

Já a editora Aleph lançou a distopia “Filhos da Esperança” (The Children of Men) da renomada autora P. D. James. Adaptado para o cinema em 2007 por Alfonso Cuarón, o livro, publicado originalmente 1992, conta com tradução de Aline Storto Pereira e 368 páginas, nas quais narra uma história fascinante sobre a possibilidade de um futuro em condições desoladoras.

​​Nenhuma criança nasceu nos últimos vinte e cinco anos. Sem esperança, as pessoas recorrem a rituais de suicídio coletivo, ou sucumbem a déspotas, fome, canibalismo, caos. A raça humana está à beira da extinção.

Em 2021, anos após o início de uma epidemia de infertilidade, a desolação generalizada da humanidade fez ruir as bases da civilização. A raça humana será extinta quando a geração mais jovem se for. Um dos últimos países a manter alguma estrutura de governo, a Inglaterra vive em caos, submetida a um domínio despótico. Tocando sua rotina solitária nesse mundo sem esperança, um historiador apático se encontra com uma jovem que vai mudar sua vida, e o futuro da humanidade.

Deixando um pouco a fantasia e a distopia de lado vamos focar no crime, pois a editora Intrínseca lançou o mais novo livro da autora best-seller Holly Jackson. “Os Cinco Sobreviventes” (Five Survive), publicado originalmente em novembro de 2022, conta com tradução de Karoline Melo e 412 páginas, que narram uma viagem aterrorizante da qual nem todos sairão vivos.

Red Kenny e seus cinco melhores amigos decidiram alugar um trailer e pegar a estrada rumo a uma viagem inesquecível na praia. De repente todos os pneus furam ao mesmo tempo, o veículo fica sem gasolina, e os seis se veem presos no meio do nada e sem sinal de celular. Quando tiros começam a atingir o trailer, fica claro que foi tudo planejado, e eles estão encurralados por uma pessoa disposta a matá-los, a menos que deem o que ela quer: um segredo.

Restam oito horas até o amanhecer. Para salvar a si mesmos, os amigos precisam descobrir quem é o alvo do atirador e por quê. Aos poucos, verdades inconfessáveis começam a vir à tona… mas alguém está mentindo.

Seguindo a onda de crime, mistério e intrigas, a editora HarperCollins Brasil lançou mais uma edição do seu “Clube do Crime”, coleção que resgata clássicos inéditos ou pouco conhecidos de suspense e mistério. “O Cavalo Cor-de-Rosa” (Ride the Pink Horse), publicado originalmente em 1946, conta com tradução de Giu Alonso, capa dura, e 288 páginas, nas quais apresenta uma das mais reverenciadas obras da autora Dorothy B. Hughes. 

Willis Douglass não é mais senador. Ele deixou Chicago, o seu “secretário” Sailor, e uma acusação de assassinato para trás. Agora, anda pelas ruas ensolaradas de Santa Fé sem saber que está longe de encontrar paz.

Atrás dele está Sailor em busca do que é seu: o dinheiro que Sen ofereceu para que matasse sua esposa. Mas ainda há outro homem os perseguindo, um policial atrás da verdade sobre o assassinato da mulher. E em uma cidade com uma multidão descontrolada pronta para celebrar a Fiesta, os três homens se chocam em meio ao caos…

Também neste mês, a editora Darkside Books deu início ao projeto “Sociedade Secreta” com o lançamento da edição de luxo de um dos clássicos mais enigmáticos da literatura. “O Rei de Amarelo” (The King in Yellow) de Robert W. Chambers, publicado originalmente em 1895, conta com capa dura, 288 páginas, tradução de Andrio Santos e ilustrações de Samuel Araya. 

O Rei de Amarelo é uma coletânea de contos sombrios que exploram a relação entre arte, paixão e loucura. Na qual, Chambers mergulha o leitor em um mundo de horror cósmico, onde o poder do Rei de Amarelo é temido e respeitado por todos aqueles que têm a infelicidade de conhecê-lo. Com uma prosa rica em detalhes e um senso de atmosfera intenso, Chambers cria uma obra-prima de terror literário que é igualmente fascinante e aterrorizante.

Servindo de inspiração para os mundos de H.P. Lovecraft e Robert E. Howard, para os bizarros seres de Guillermo Del Toro, Neil Gaiman e Alan Moore e para as visões da primeira temporada da série True Detective, a obra de Chambers tem motivado dezenas de autores e criadores por todo o século XX e além. Ecoando mitos do passado, lendas de hoje e horrores de uma América que ainda estaria por vir, Chambers conduz seus leitores pelas ruas sombrias de uma Carcosa povoada de monstros, artistas e heroínas, todos contaminados pela trama de um livro maldito que aproxima nomes como Oscar Wilde, Charlotte Perkins Gilman, Richard Matheson, Ray Bradbury e Stephen King.

Falando em clássicos, a editora Companhia das Letras lançou pelo selo “Clássicos Zahar” a edição comentada de um dos grandes romances da autora Jane Austen. “Orgulho e Preconceito” (Pride and Prejudice), publicado originalmente em 1813, conta com tradução de Julia Romeu, 368 páginas, capa dura e acabamento de luxo.

Segunda das cinco filhas dos Bennet, Elizabeth é uma mulher sagaz e de espírito independente, que se vê dividida entre o amor e o orgulho, ao conhecer o sr. Darcy, um arrogante aristocrata que se muda para o seu condado e, que por sua vez parece indiferente aos encantos da moça.

Nesse livro, aspectos diferentes são abordados: orgulho encontra preconceito, ascendência social confronta desprezo social, equívocos e julgamentos antecipados conduzem alguns personagens ao sofrimento e ao escândalo. O livro pode ser considerado a obra-prima da escritora, que equilibra comédia com seriedade, observação meticulosa das atitudes humanas e sua ironia refinada. 

Outro clássico que também chega as livrarias pelo selo “Clássicos Zahar” é a edição bolso de luxo do romance seminal do autor brasileiro Machado de Assis, que dá início à publicação regular de obras essenciais da ficção brasileira pelo selo, sempre em formato bolso de luxo e com apresentações atuais escritas pelo melhor da crítica contemporânea.

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, publicado originalmente em 1881 em formato de folhetim, conta com capa dura, acabamento de luxo, 424 páginas, assim como textos adicionais de Flora Thomson-DeVeaux, pesquisadora da obra de Machado e tradutora do livro ao inglês, e de Geovani Martins, uma das vozes mais potentes da nova geração da literatura brasileira, que dão ao leitor uma perspectiva contemporânea do clássico.

Memórias Póstumas de Brás Cubas surpreendeu os leitores e a crítica de seu tempo com as lembranças fragmentárias de um improvável narrador defunto que, depois de morto, decide celebrar o grande fracasso que foi a sua vida.

Subvertendo as convenções da época com uma prosa que incorpora de maneira genial os mais diversos estilos, mesclando erudição, delírios e sonhos, fina ironia e “piscadelas” bem-humoradas ao leitor, Machado de Assis escreveu um marco definitivo na produção literária brasileira e, possivelmente, o nosso romance mais importante e conhecido.

Já quanto aos mangás, a editora Darkside lançou “A Feiticeira da Tempestade” de Osamu Tezuka, uma edição de luxo contendo três histórias ambientadas no Japão feudal, publicadas originalmente na década de 1950. Enquanto que a editora Panini lançou este mês o volume dezessete de “Komi não consegue se comunicar” de Tomohito Oda, assim como o 38ª volume da coleção Graphic MSP “Xaveco: Vitória” de Guilherme de Sousa.
Assim, esses são os lançamentos do mês que mais me chamaram a atenção. Mas e você, quais são os lançamentos que está mais ansioso para ler? Me conta nos comentários.
Tem início hoje o Festival Literário de Araxá, que acontece até o dia 9 de julho, no Estádio Municipal Fausto Alvim, no Centro da cidade mineira de Araxá.


Com o tema “Educação, Literatura e Patrimônio”, o evento promete uma programação cultural variada e dinâmica, com direito a oficinas, palestras, apresentações artísticas, saraus de poesia, lançamentos literários, sessões de autógrafos, uma feira gastronômica, shows, debates e bate-papos com alguns dos principais nomes da literatura nacional e internacional, sob a curadoria do idealizador do projeto “Sempre Um Papo”, Afonso Borges.

Assim, durante cinco dias o festival contará com a participação de mais de 100 autores, ilustradores, jornalistas, personalidades e estudiosos, de nove estados brasileiros. Entre eles a historiadora e escritora Mary Del Priore, o jornalista Chico Mendonça, o cientista político e autor Sérgio Abranches, o jornalista e biógrafo Tom Farias, e os escritores Paulo Lins, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, e Leo Cunha. Sem falar nos inúmeros convidados internacionais, como a autora e filósofa italiana Lisa Ginzburg e o músico, escritor e poeta angolano Kalaf Epalanga.

Novidades

Em sua 11ª edição, o Fliaraxá tem como patrono o autor e poeta Mário de Andrade (Macunaíma), em celebração aos seus 130 anos. Sendo que, o festival irá também homenagear a jornalista e autora Eliana Alves Cruz e a professora e poeta Líria Porto, ambas com presença confirmada no evento.

Já uma das novidades desta edição será o ciclo de debates virtuais “Educação e Patrimônio: as vivências culturais como herança formativa”, realizado em conjunto com o Sesc SP. Ao todo, serão 12 encontros, nos quais professores, historiadores e pesquisadores se reúnem para discutir temas como a construção de conhecimento com os espaços de memória e o uso e a preservação de bens culturais. 

Há ainda a exposição “Muros Invisíveis” com curadoria de Marisa Rufino e Carlos Vinícius Santos, que acompanha o tema do Festival, “Educação, Literatura e Patrimônio” ao apresentar fotografias de 43 professoras e professores negros de Araxá, ocupando os 100 metros de fachada do Festival, na Avenida Imbiara. 

Para aqueles que não poderem comparecer ao Fliaraxá, é possível acompanhar a cobertura do evento pelas redes sociais YouTube e Facebook.

Confira a programação completa no site oficial da Fliaraxá.
Enfim, inverno! ❄ A estação perfeita para se perder em uma boa leitura, mesmo que ainda haja um pouco de ansiedade e estresse de vez em quando.


Junto com o frio a estação também trouxe a vontade de ler mais livros de ficção científica, além de alguns problemas de saúde que, infelizmente, prejudicaram um pouco o meu ritmo de leitura e de postagens. Mas, apesar disso, junho não foi de todo ruim, pois consegui concluir cinco livros, que estavam na minha lista de leitura a muito tempo.

Falando nisso, o meu projeto “Zero TBR” segue a passos de tartaruga, de forma lenta, mas persistente. Este mês tirei mais dois livros da minha estante física e dois eBooks da minha estante digital. No entanto, embora tenha conseguido resistir aos lançamentos do mês, acabei adquirindo um volume do mangá “Rurouni Kenshin”, e dois livros, “Crônicas das Guerras de Lodoss - A Bruxa Cinzenta” e “O Corsário Negro”, que eu já li.

Sem mais demora, vamos as leituras de junho!

Cheguei a pensar em participar de alguma maratona de leitura neste mês, mas optei por dar continuidade as leituras pendentes. Assim, comecei o mês finalizando a leitura do meu décimo primeiro livro do projeto “Zero TBR”, um livro sci-fi bem popular e também um dos mais antigos da minha estante, Jogador Nº 1 de Ernest Cline, que provou ser digno da hype. Não sei porquê não li esse livro antes, ele é muito bom!

Ainda na vibe sci-fi decidi ler não uma, mas três coletâneas de contos do mestre da ficção científica Philip K. Dick. A começar pelo meu décimo segundo livro do projeto “Zero TBR”, Sonhos Elétricos, com dez contos que inspiraram a série Electric Dreams. Logo depois li o meu terceiro livro sci-fi e o meu quinto eBook do kindle, a coletânea Realidades Adaptadas, com sete dos contos mais famosos do autor que ganharam as telas do cinema. Em seguida peguei emprestada a coletânea Minority Report – A Nova Lei com dez contos.

Na maioria, os contos foram muito bons, dignos de três estrelas. Apenas alguns poucos se destacaram, como o incrível “Lembramos para você a preço de atacado”, que deu origem ao filme O Vingador do Futuro, sem falar no divertido “Humano é”. Já outros não foram tão bons assim, como “Foster, você já morreu” e “A história que acaba com todas as histórias”.

Terminei o mês com a leitura do meu sexto eBook do kindle, o clássico romance policial, The Perfume of the Lady in Black de Gaston LeRoux. O segundo volume da série do repórter e detetive amador Joseph Rouletabille, que me conquistou no seu primeiro livro O Mistério do Quarto Amarelo. Infelizmente, esse segundo livro acabou me decepcionando um pouco, com sua narrativa arrastada e personagens melodramáticos. 

Resumindo, junho passou voando em meio a 1.695 páginas repletas de viagens pelo espaço e tempo, contatos imediatos com seres alienígenas, mundos distópicos, sonhos elétricos, mistério e suspense em um castelo medieval no sul da França. E, embora, não tenha lido muitos livros, me diverti bastante com as minhas leituras, e no fim é isso que importa. 

Mas, como foi o seu mês? Alguma leitura interessante? Eu adoraria ouvir mais sobre isso nos comentários!