Estão abertas as inscrições para o Oscar dos quadrinhos brasileiros, o Troféu HQMIX.

Em sua 35° edição, o prêmio conta com uma novidade, a inclusão da categoria Mangá e produções correlatas, devido a crescente popularidade das publicações entre os leitores e no mercado editorial, com diversas editoras começando a publicar mangás.


O concurso é aberto a publicações em quadrinhos em suas diversas formas, formatos e mídias, como eventos, trabalhos acadêmicos, livros teóricos, e demais produções relativas às Histórias em Quadrinhos, que tenham sido lançadas no Brasil em 2022, e estejam de acordo com as Categorias do Prêmio HQMIX e suas respectivas descrições.

Sendo que nas Categorias Acadêmicas, podem concorrer Teses de Doutorado, Dissertações de Mestrado e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), de qualquer área de conhecimento, com tanto que o tema esteja relacionado com Histórias em Quadrinhos e Humor Gráfico, de qualquer país, e que tenham sido produzidos e defendidos no ano de 2022.

As inscrições devem ser feitas até o dia 27 de março de 2023, no site oficial do concurso, por autores ou responsáveis pelas obras, ou por editoras e representantes legais das obras. Uma Obra e seus Autores poderão ser inscritos em quantas categorias forem necessárias, desde que obedeçam às definições descritas no edital, e paguem a taxa de inscrição no valor de R$20,00 por categoria.

Organizado pela Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e pelo Instituto do Memorial de Artes Gráficas do Brasil (IMAG), o Troféu HQMIX foi criado em 1988 pelos cartunistas Jal e Gual, com a finalidade de premiar e divulgar a produção de Histórias em Quadrinhos, Cartuns, Charges e Artes Gráficas como um todo no Brasil. 

Saiba mais sobre o concurso no site oficial do Troféu HQMIX.
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil, que tem como objetivo revelar novos autores, estimular a criação literária nacional e propiciar aos jovens leitores o acesso a textos inéditos e de qualidade.


Em sua 19ª edição, o prêmio, organizado pela Fundação SM e pela SM Educação, irá contemplar obras de ficção nos gêneros romance e novela para crianças e jovens. Sendo aberto a autores, maiores de 18 anos (completados até março de 2023), de todas as nacionalidades, residentes no Brasil.

As inscrições devem ser feitas até o dia 03 de março de 2023, no site oficial do concurso. Participando apenas textos inéditos em qualquer meio (impresso ou eletrônico) e escritos originalmente em língua portuguesa. Cada candidato poderá inscrever no máximo dois originais, que devem ser assinados por um nome fictício (pseudônimo).

O resultado do concurso e a data e local da entrega do prêmio, serão divulgados nos sites das Organizadoras e do Prêmio Barco a Vapor. O vencedor será premiado com a quantia de 40 mil reais, como adiantamento por direitos autorais, além de ter seu livro publicado na coleção Barco a Vapor. 

Confira o regulamento e faça sua inscrição no site oficial do concurso
Janeiro foi um mês movimentado, com diversas questões pessoais para lidar, por isso decidi pegar leve e ler o que eu queria no meu ritmo, sem cobranças. Com esse estilo de leitura mais tranquilo, consegui ler um pouco todos os dias, diversos livros e mangás.


Mistério e Thriller dominaram o meu mês com algumas doses moderadas de fantasia. Não encontrei nenhum favorito entre as minhas oito leituras de janeiro, mas, felizmente, também não li nada tão horrível que me colocasse numa ressaca literária. Como planejado, dei prioridade aos livros e mangás que estavam na minha TBR a muito tempo, além de dar inicio ao meu projeto “Zero TBR”. 

Também consegui resistir bravamente aos lançamentos de janeiro e comprei apenas um livro, “Sócios no Crime” de Agatha Christie, para o meu projeto de leitura da Dama do Crime, e um mangá, o volume 16 de “The Promised Neverland”. Sendo que ambos já estavam a alguns anos na minha lista de desejos.

Sem mais demora, vamos as primeiras leituras de 2023!

Comecei o ano lendo os volumes 11 a 14 de City Hunter e me perguntando se quero mesmo continuar essa série. Escrito e ilustrado por Tsukasa Hojo, o mangá, publicado originalmente entre os anos de 1985 a 1991, é composto por 35 volumes que contam com ilustrações incríveis e uma história envolvente, sobre um detetive particular e assassino profissional. O problema é o anti-herói da história, Ryo Saeba, e a forma como ele trata todas as mulheres a sua volta, o que me irrita e incomoda ao ponto de dar duas estrelas a diversos volumes dessa série. Porém também tem a parceira dele Kaori Makimura, uma mulher forte e determinada, que sempre faz a leitura valer a pena. Assim, sigo mais um ano em dúvida quanto a City Hunter.

Falando em mangás, também li o primeiro volume de Nausicaä do Vale do Vento do premiado autor e diretor de animação Hayao Miyazaki, que conta com boas ilustrações e uma história interessante sobre um mundo caótico destruído pela poluição. Mas, infelizmente, o mangá não chega a ser excepcional o bastante para me convencer a investir em mais uma longa série. Talvez mude de ideia no futuro, mas no momento decidi não dar continuidade a Nausicaä.

Desafios e Projetos

Nesse mês, também li o meu primeiro livro do desafio “Zero TBR”, a antologia Crônicas de Espada e Feitiçaria organizada por Gardner Dozois, com uma seleção de 16 contos de fantasia épica escritos por aclamados autores do gênero. Sendo a maioria das histórias bem legais, mas nada de muito especial. Já outras foram ruins o bastante para eu nunca mais querer ler nada do autor. Apenas dois contos me cativaram por completo, “A Garota Oculta” de Ken Liu e “Os Filhos do Dragão” de George R. R. Martin, que para ser sincera foi um dos motivos por eu ter comprado esse livro.

O meu segundo livro do desafio foi o thriller Quando haverá boas notícias?, cuja resposta é nunca, pois só tem tragédias nesse livro. O terceiro volume da série policial “Jackson Brodie” de Kate Atkinson, também acabou sendo uma leitura três estrelas, que eu apreciei muito por sua trama complexa e reviravoltas surpreendentes, mas não tanto quanto eu esperava.

Terminei o mês com a leitura de 24 Hours do autor, best-seller número um do New York Times, Greg Iles. Um thriller eletrizante e envolvente, embora um pouco violento demais para o meu gosto, sobre o sequestro relâmpago de uma família, que fará qualquer coisa para sobreviver as piores 24 horas de suas vidas.

Resumindo, janeiro passou voando em meio a mais de 1.900 páginas repletas de explosões, tiros, perseguições alucinantes, duelos de espada, e o inesquecível Dracarys. Parando para refletir até que não foi um mês tão ruim em questão de leituras.

Mas, como foi o seu janeiro? Você leu algum livro interessante? Conte-me nos comentários!
Ano Novo! Livros Novos! Chegou a hora de darmos uma olhada nos lançamentos de janeiro e aumentar a nossa infinita lista de desejos.


Todos os meses as editoras lançam novos e incríveis livros com o claro objetivo de nos levar a falência, mas nem por isso deixamos de adicioná-los a nossa prateleira de “Quero Ler” no Skoob, no Goodreads e no The StoryGraph. No entanto nem todos os lançamentos estão nesta lista, aqui só serão encontrados aqueles que de alguma forma despertaram o meu interesse.

O que, devo avisar, não são muitos, considerando que janeiro é, geralmente, um mês mais devagar para o mercado editorial brasileiro. No entanto, consegui selecionar cerca de seis livros e seis mangás que me chamaram a atenção, entre eles um thriller emocionante, um clássico do mistério, a nova edição de um best-seller internacional, a sequência de uma série policial, e o desfecho de uma trilogia que tem dado o que falar. Além da nova edição de uma obra do mestre do suspense, da sensível história de uma garota que não consegue se comunicar, da tortuosa jornada de um príncipe e da perseguição a um caderno da morte. Lembrando que todos esses livros estão disponíveis em versão física e digital na Amazon.

Sem mais demora, vamos a lista.

Em janeiro a editora HarperCollins Brasil inaugurou à coleção “Clube do Crime”, que resgata clássicos inéditos ou pouco conhecidos de suspense e mistério, com a edição de luxo de “A Morte do Adivinho” (The Conjure-Man Dies) escrito por um dos principais autores do Renascimento do Harlem, Rudolph Fisher. Com tradução de João Souza, posfácio de Stefano Volp, capa dura e 304 páginas, a obra originalmente publicada em 1932, inédita no Brasil, é considerada a primeira história de mistério ambientada no Harlem de 1930.


O corpo de N’Gana Frimbo, peculiar adivinho do Harlem, é encontrado sem vida na sua sala de consulta. Para investigar o caso, não há ninguém melhor que Perry Dart, um dos mais famosos detetives da região, e o dr. Archer, o médico que mora do outro lado da rua. 

Os principais suspeitos são Bubber Brown e Jinx Jenkins, jovens que só querem fugir da mira da dupla. Agora, sua única saída se torna iniciar as próprias buscas paralelas, mas nem eles nem Dart e Archer esperavam o que viria a seguir. 


Falando em crime, a editora Arqueiro também lançou em janeiro o quarto volume da série policial do inspetor Armand Gamache escrita pela autora Louise Penny. “É Proibido Matar” (A Rule Against Murder), publicado originalmente em 2008, conta com tradução de Simone Reisner e 368 páginas, nas quais acompanhamos mais um caso do inspetor Gamache, que na busca pelos segredos e rivalidades escondidos sob aparências refinadas, se vê confrontado por lembranças familiares que há muito o atormentam.

No auge do verão canadense, o inspetor Gamache e sua esposa comemoram o aniversário de casamento no Manoir Bellechasse, um hotel luxuoso em meio à natureza, não muito longe do vilarejo de Three Pines.

Após uma forte tempestade, o descanso dos hóspedes é abalado quando uma pessoa é encontrada morta, esmagada por uma estátua. Só então Gamache revela ser inspetor-chefe da Sûreté du Québec, dando início à investigação. Com todos impedidos de sair, o assassino está preso no hotel – mas um predador encurralado é ainda mais perigoso.


Há ainda o novo lançamento da editora Faro Editorial, o thriller “Nada fica no Passado” (Jar of Hearts) de Jennifer Hillier, publicado originalmente em junho de 2018. Com 288 páginas e tradução de Maria José Silveira e Felipe José Lindoso, o livro conta a história de três amigos: uma que foi assassinada, uma que foi para a prisão e aquele que está procurando a verdade por 14 anos...

A garota mais popular da escola, Angela Wong, tinha apenas dezesseis anos quando desapareceu sem deixar vestígios. Até então, ninguém suspeitou que sua melhor amiga, Georgina estivesse envolvida em seu desaparecimento, exceto, Kaiser Brody, que 
era colega das duas no ensino médio e agora é uma detetive do Departamento de Polícia de Seattle. 

Catorze anos depois, os restos mortais de Angela são finalmente encontrados e a verdade vem à tona. Mas o que aconteceu naquela noite é mais complexo e arrepiante do que qualquer um pode imaginar. 

Em janeiro também nos despedimos da série best-seller “Manual de Assassinato para Boas Garotas” de Holly Jackson, com o livro “Boa Garota Nunca Mais” (As Good As Dead), publicado originalmente em agosto de 2021. Já disponível nas livrarias de todo país, o livro foi lançado pela editora Intrínseca, com tradução de Karoline Melo e 496 páginas, nas quais Holly Jackson entrega mais uma trama envolvente, assustadora e inesquecível.

Pip está prestes a ir para a faculdade, mas ainda é assombrada pelo desfecho de sua investigação mais recente. Devido à fama de detetive amadora, ela se acostumou a receber ameaças. Mas, nos últimos tempos, uma pergunta não para de surgir: Quem vai investigar quando você desaparecer?

Após uma série de eventos estranhos, Pip percebe que está mesmo sendo perseguida. E pior: seu stalker pode estar conectado a um assassino que aterrorizou a região na mesma época do caso de Andie Bell. Com a ajuda de Ravi, a garota precisa descobrir quem está por trás disso… antes que se torne a próxima vítima.

Seguindo a linha do suspense, a Suma de Letras lançou a nova edição de “A Longa Marcha” (The Long Walk) do autor best-seller mundial, Stephen King. Com tradução de Regiane Winarski, 288 páginas e arte de capa do Estúdio Nono, o romance inaugura a nova coleção da editora, que reúne os livros de Richard Bachman, pseudônimo que Stephen King usou para assinar histórias angustiantes e surpreendentes.

Contrariando a vontade da mãe, o jovem Ray Garraty está prestes a participar da famosa prova de resistência conhecida como A Longa Marcha, que presenteia o vencedor com “O Prêmio” ― qualquer coisa que ele desejar, pelo resto da vida.

No percurso que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas acima de uma velocidade mínima estabelecida. Cada infração às regras lhes confere uma advertência. Ao acumular mais de três penalidades, o competidor é eliminado ― de forma “permanente”. E não há linha de chegada: o último a continuar de pé vence.

A editora Rocco também lança em janeiro a nova edição do best-seller internacional “Um Homem chamado Ove” (A Man Called Ove) de Fredrik Backman, que deu origem ao filme “O Pior Vizinho do Mundo”, estrelado e produzido por Tom Hanks. Com tradução de Paulo Chagas de Souza e 320 páginas, o livro, publicado originalmente em 2012, apresenta uma divertida e cativante história sobre gatos desgrenhados, amizades improváveis e descobertas inesperadas.

À primeira vista, Ove é muito provavelmente o homem mais rabugento que você já conheceu. Mesquinho, teimoso, cheio de manias e com um temperamento ruim, ele acredita estar cercado por idiotas – esportistas sorridentes e lojistas que falam em código, sem mencionar os golpistas que o expulsaram da presidência da associação de moradores do bairro.

Certa manhã de novembro, o mundinho organizado e solitário de Ove é abalado pela chegada de novos vizinhos. Um casal jovem e simpático que, com as duas filhas barulhentas, anuncia sua presença ao derrubar a caixa de correio de Ove com o caminhão de mudanças. 

Já quanto aos mangás, a editora JBC lança este mês as reposições dos volumes um e três da aclamada série de terror e suspense “Death Note - Black Edition” de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, assim como os volumes quinze e dezesseis de “A Heroica Lenda de Arslan” de Hiromu Arakawa e Yoshiki Tanaka, e o volume quatro de Final Fantasy Lost Stranger de Hazuki Minase. Enquanto que a editora Panini lança o volume onze de “Komi não Consegue se Comunicar” de Tomohito Oda.



Enfim, esses são os lançamentos do mês que mais me chamaram a atenção. Mas e você, quais são os lançamentos que está mais ansioso para ler? Me conta nos comentários.
Estão abertas as inscrições para um dos mais importantes e consagrados concursos literários do país, o Prêmio Sesc de Literatura, que tem como objetivo revelar novos talentos e promover a literatura nacional.


Comemorando 20 anos, o concurso irá premiar obras inéditas nas categorias “Conto” e “Romance”, destinadas ao público adulto. Sendo aberto a autores, maiores de 18 anos, brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 03 de fevereiro, pelo site oficial do concurso. Os concorrentes devem ainda enviar a obra, pela internet, anexada à inscrição online, cujo formulário está disponível no site.

Cada concorrente poderá participar com apenas uma obra em cada categoria, que deve ser escrita em língua portuguesa e corresponder à formatação determinada no edital do concurso. As obras devem ter ainda entre 160 mil a 600 mil caracteres com espaços, caso seja um Romance, e 100 mil a 400 mil caracteres com espaços, caso seja um livro de Contos.

Premiação

As obras inscritas serão avaliadas por uma Comissão Julgadora formada por escritores, jornalistas, especialistas em literatura e críticos literários, indicados pelo Sesc. Sendo que o resultado será divulgado em maio de 2023. Já a cerimônia de premiação tem data prevista para novembro de 2023.

O vencedor de cada categoria terá sua obra publicada e distribuída comercialmente pela editora Record, com uma tiragem inicial de 2.500 exemplares, e assinará contrato de publicação com a editora, que ficará responsável pelos termos de edição. Além de participar de outros lançamentos da sua obra em eventos culturais promovidos pelo Sesc.

Desde a sua criação em 2003, o Prêmio Sesc de Literatura vem revelando novos talentos que possuem obras com qualidade literária para edição e circulação nacional. Mais do que oferecer uma oportunidade aos novos escritores, o concurso cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.

Saiba mais sobre o Prêmio Sesc de Literatura no site oficial do concurso.
 O tempo é a imagem móvel da eternidade. - Platão

 

imagem: divulgação
Hoje é o último dia do ano de 2022 e, para ser honesta, estou mais do que feliz por esse ano, finalmente, ter chegado ao fim.


Mas, apesar de todos os dissabores de 2022, confesso que estou cheia de expectativas, e esperanças para o ano novo e, como eu adoro criar listas, objetivos e desafios, achei que seria legal dividir com vocês algumas das minhas resoluções para 2023 envolvendo as minhas leituras e os meus projetos para o blog.

No Capítulo anterior...

A chegada de um novo ano requer também um momento de reflexão, pois para planejar o futuro muitas vezes temos que olhar para o passado. Assim vamos dar uma olhada nas páginas de 2022 e ver como me saí.

Admito que, em termos de leitura, este foi um ano muito bom. Não só consegui bater minha meta de 100 livros no Goodreads, como a ultrapassei lendo 121 livros, entre eles alguns mangás incríveis, que estavam na minha TBR a um bom tempo, como Fullmetal Alchemist, The Promised Neverland, Psychic Detective Yakumo e A Heroica Lenda de Arslan. Também passei a ouvir e curtir audiobooks, o que tem ajudado bastante com o meu inglês.

Infelizmente, não encontrei nenhum favorito este ano, mas descobri novos autores e li alguns livros muito bons, dignos de quatro estrelas, como "A Balada do Black Tom" de Victor Lavalle, "Ecos" de Pam Muñoz Ryan, "O Veredicto de Chumbo" de Michael Connelly, "Ascensão e Queda dos Dinossauros" de Steve Brusatte, e "A Garota que Bebeu a Lua" de Kelly Barnhill.

Mas nem tudo foi perfeito, pois acabei flopando em algumas das minhas resoluções de leitura, como completar as mais de 20 séries que comecei, e ler os mais de 100 livros que tenho na minha estante e no meu kindle. No entanto, consegui manter um certo controle sobre a quantidade de livros novos que adquiri, o que admito não foi nada fácil.

Com relação ao blog, infelizmente, 2022 acabou sendo mais um ano de hiatos, e todos os meus planos, ideias e ambições acabaram se chocando com a dura realidade da vida. Já vão fazer quatro anos que não produzo nenhum conteúdo para o Point Literal, e isso me deixa realmente triste.

Assim decidi tirar um tempo para refletir sobre algumas coisas, em especial, sobre o tipo de leitora que me tornei e o tipo de blog no qual desejo transformar o Point Literal. O resultado foram diversas alterações em seu projeto editorial e no seu conteúdo, assim como no layout, no logo e no slogan. O que levou a criação de uma nova página de perfil e de apresentação do blog, além de novas colunas, como a Bookish, na qual esse post está sendo publicado.

Um Novo Capítulo

Vou começar esse ano com uma resolução simples que abrange todos os aspectos da minha vida, incluindo as minhas metas de leitura e os meus projetos para o blog. Eu vou dar o meu melhor em tudo o que fizer, sem pressão, sem cobranças e o mais importante sem acabar me esgotando física, mental e emocionalmente.


Portanto, uma das minhas resoluções para 2023 é manter a minha meta de leitura de 100 livros no Goodreads e no The StoryGraph, já que nos últimos três anos não tive dificuldade em concluí-la. Este ano, também pretendo tentar dar andamento a algumas séries, não comprar muitos livros e eBooks, e focar nos livros e mangás que tenho na minha estante e no meu kindle, que convenhamos não são poucos.

Isso tem realmente me estressado, por esta razão decidi começar um novo desafio pessoal, o Zero TBR, que não tenho pretensões de finalizar em 2023, mas quero pelo menos alcançar um número considerável de livros lidos, sem colocar muita pressão, afinal eu só quero ler e me divertir com minhas leituras.

Também pretendo participar de alguns desafios de leitura e maratonas literárias interessantes que encontrei online, mas sem assumir nenhum compromisso, afinal o objetivo aqui é ler sem pressão, mas acho que vai ser divertido pelo menos tentar completar alguns dos desafios e sair um pouco da minha zona de conforto.

Entre os desafios estão a sétima edição do Beat The Backlist idealizado por Austine Decker e a terceira edição do Buzzword Reading Challenge criado pela Kayla do canal do Youtube Books and Lala. Por falar em Youtube, ele acabou provando ser uma fonte inesgotável de maratonas literárias, sendo que algumas delas acontecem mensalmente, como o Middle Grade March, o March Mystery Madness, o Nonfiction November, o Picture This Readathon, entre inúmeros outros. Ainda não decidi se vou participar de alguma delas, mas confesso que estou tentada.

Respire, Reflita, Realize...

Com relação ao blog tenho uma pequena confissão a fazer. Uma das razões que me fizeram dar um tempo no Point Literal, apesar de eu amar tanto blogar, foi o estresse que vinha do fato de eu me cobrar constantemente para produzir cada vez mais conteúdo e postá-lo diariamente, o que me consumia por completo e acabava inevitavelmente me esgotando.

Assim, uma das minhas resoluções para 2023 é ir com calma e não me cobrar tanto, para isso decidi criar um novo calendário editorial para o blog, que me permita postar matérias interessantes e de qualidade sobre temas que eu amo, porém no meu ritmo, nem que seja apenas uma vez por semana.

Também vou tentar investir um pouco mais nas mídias sociais, afinal elas são uma parte importante da divulgação do blog. Atualizar mais vezes as minhas páginas no Facebook e no Tumblr e dar os meus primeiros passos no Bookstagram. Mas, é claro, tendo todo o cuidado para não acabar me sobrecarregando.

Como é mesmo aquele ditado, “Ano Novo, Vida Nova”!  Com essa ideia em mente aqui dou início a esse novo capítulo na história do Point Literal e também na minha história como leitora, e espero sinceramente poder compartilhá-lo com todos vocês leitores.

Mas me conta, o que vocês acharam das minhas resoluções? Nada pretenciosas, hein?! 😉 Vocês tem algum resolução para o ano novo? Vão participar de algum desafio de leitura interessante? Desejo-lhes uma boa sorte e muito sucesso!

Feliz Ano Novo e Boas Leituras! 🎉